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	<title>Portal Meus Filhotes - Meus Filhotes, Pug, Golden Retriever, bulldogue francês, bull dog, buldog, bulldogue inglês, canil em curitiba, pug em curitiba, bulldogue em curitiba, bulldog em curitiba, Guia de raças, noticias pet</title>
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	<description>O mundo animal no melhor blog do Brasil</description>
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		<title>Mitos Sobre Cães e Gatos</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Apr 2012 21:22:35 +0000</pubDate>
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<tbody>
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<th style="text-align: justify;" scope="col"><script type="text/javascript">// <![CDATA[
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<p style="text-align: justify;"><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.meusfilhotes.com.br/mitos-sobre-caes-e-gatos/pet-dogs/" rel="attachment wp-att-1966"><img class="alignleft size-full wp-image-1966" title="Pet-dogs" src="http://www.meusfilhotes.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Pet-dogs.gif" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11px; line-height: normal;"><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: xx-small;"><span style="font-weight: 900;"><br />
</span></span></p>
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<h3 id="sites-page-title-header" style="text-align: justify;" align="left"></h3>
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<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<h3 align="left">Hoje vamos conhecer um pouco sobre os mitos que assombram os cães e gatos:</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>GATOS</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Medo de água</strong>: Dependendo da raça temos gatos que adoram água. Outros vão gostarem se for criado o hábito do contato com ela, porém, temos os que realmente não gostam nem um pouco. O fato é que gatos são animais muito asseados e se limpam o tempo todo.</p>
<p><strong>Visão Noturna:</strong> Eles enxergam 10 vezes melhor que os humanos à noite, mas é preciso que haja alguma luz para ser refletida na retina do bichano para que sua visão atinja esta proporção.</p>
<p><strong>Dá Azar:</strong> A lenda de que o gato preto dá azar surgiu na idade média, mas em alguns povos, como no Japão e Reino Unido, significam sorte.</p>
<p><strong>Não obedece:</strong> A fama de serem indiferentes aos ensinamentos e ordens dos donos é injusta. Quem tiver paciência e usar métodos corretos pode ter gatos tão adestrados quanto cachorros.</p>
<p><strong>Apegam-se à Casa:</strong> Gatos têm um grande senso territorial, mas também se apegam a quem cuida deles. E podem percorrer grandes distâncias para encontrar seus donos.</p>
<p><strong>7 vidas:</strong> Em alguns povos, diz-se que eles têm 9 vidas. O fato é que os gatos domésticos vivem em média 15 anos e os de rua vivem em média apenas 2 anos. (adote)</p>
<p><strong>Cair em pé:</strong> Por causa dessa lenda diz-se que ele têm 7 vidas, mas para cair em pé, a queda deve ser no minimo de 60 cm de altura, o que permite que eles se virem e caiam sobre as 4 patas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Cães</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Lambida de boas vindas:</strong> Há quem acredite que eles lambem seus donos quando chegam em casa para demonstrar afeto. A verdade é que esse hábito é muito antigo e acontece porque o animal quer saber o que você comeu.</p>
<p><strong>Grama e Terra:</strong> Eles comem mesmo um pouco de terra e de plantas. As teorias variam. Uns defendem que eles buscam sais minerais. Outros afirmam que isso ajuda na digestão.</p>
<p><strong>Idade x Tamanho:</strong> O tempo de vida varia com a raça. Geralmente, os cães menores vivem mais que os cães grandes. Em média vivem entre 15 e 10 anos respectivamente.</p>
<p><strong>Rabo Abanando:</strong> Eles se comunicam pelo rabo sim. Quando estão felizes, fica empinado, pra cima e longe do  corpo. Quando se sentem ameaçados, o rabo fica alto e espichado, E quando abanam rápido e caído é sinal de submissão.</p>
<p><strong>Nariz úmido:</strong> A mucosa que o cão secreta permite que partículas de cheiro grudem no nariz, ajudando que eles tenham o faro ainda mais apurado.</p>
<p><strong>Pequenos e Valentes:</strong> Há cães pequeninos que latem com a imponência de um pastor. Eles acham que são grandes, pois geralmente são descendentes de grandes cães de guarda. O tamanho diminuiu, mas mantêm a genética da bravura.</p>
<p><strong>Detectam o medo:</strong> Exalamos compostos voláteis que os cães farejam. Assim, eles percebem quem está com medo e se a pessoa está prestes a correr, por exemplo.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> Special News, the trusth about dogs e a cabeça do cachorro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">
</div>
</div>
<p style="text-align: justify;">Deixe seu comentário abaixo e vamos compartilhar experiências.</p>
<p style="text-align: justify;">Um forte abraço e até a próxima.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: xx-small;"><br />
</span></p>
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		<title>Pug Branco &#124; Pug Albino e filhotes de pug white</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Apr 2012 15:06:00 +0000</pubDate>
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<th scope="col"><script type="text/javascript">// <![CDATA[
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</tr>
</tbody>
</table>
<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.meusfilhotes.com.br/pug-branco-pug-albino-e-filhotes-de-pug-white/whitepug-2/" rel="attachment wp-att-1960"><img class="alignleft size-medium wp-image-1960" title="WhitePug" src="http://www.meusfilhotes.com.br/wp-content/uploads/2012/04/WhitePug1-199x300.jpg" alt="" width="199" height="300" /></a></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11px; line-height: normal;"><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: xx-small;"><span style="font-weight: 900;"><br />
</span></span></p>
<div style="text-align: justify;"></div>
<p>&nbsp;</p>
<h3 id="sites-page-title-header" align="left"></h3>
<h3 align="left"></h3>
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<div id="sites-canvas-main-content">
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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<h3 align="left">Pug Branco | Pug Albino e filhotes de pug white</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A algum tempo tenho acompanhado alguns sites dos gringos e tem me chamado a atenção, estão dando a notícia de que estão com <strong>filhotes de pug brancos</strong>, isso mesmo, para nós brasileiros uma notícia um tanto quando inédita. Nós da canil Kyssah em anos de criação da raça pug, nunca presenciamos nem mesmo o nascimento de <strong>pugs Albinos</strong>, quem dera <strong>pugs brancos</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">A questão principal aqui é: será que realmente as fotos são reais, não são meras montagens de photoshop?</p>
<p style="text-align: justify;">Sendo as fotos reais, como criadores devemos esclarecer aos interessados que até a presente data não há reconhecimento pela FCI nem pelo CBKC nos padrões da raça <strong>PUG a cor branca</strong>, ou seja, se realmente existirem <strong>pugs brancos</strong>, esses ainda não terão pedigree.</p>
<p style="text-align: justify;">Vale ressaltar também a diferença entre <strong>pugs brancos</strong> (sendo confirmado, não somente os pugs mas todos os cães de qualquer raça na cor branca devem possuir as pálpebras dos olhos e o nariz na coloração preta) e <strong>pugs albinos</strong> (cães de qualquer raça que nascem com disfunção genética, sendo que as pálpebras e nariz são de cor rosada)</p>
</div>
</div>
<p>Sites com mais fotos: <a href="http://www.whitepugs.com/">http://www.whitepugs.com/</a> e <a href="http://www.pugs.nl/forums/viewtopic.php?t=653">http://www.pugs.nl/forums/viewtopic.php?t=653</a></p>
<p>Vídeo do pug branco: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=XNh9C6S4-6M">http://www.youtube.com/watch?v=XNh9C6S4-6M</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.meusfilhotes.com.br/pug-branco-pug-albino-e-filhotes-de-pug-white/whitepugs-white-pugs-pug-09/" rel="attachment wp-att-1947"><img class="alignleft size-medium wp-image-1947" title="whitepugs white pugs pug - 09" src="http://www.meusfilhotes.com.br/wp-content/uploads/2012/04/whitepugs-white-pugs-pug-09-277x300.jpg" alt="" width="277" height="300" /></a></p>
<p>Uma coisa temos que concordar, pug na cor branca são simplesmente lindos e seria uma ótima novidade para quem ama esses peludinhos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Deixe seu comentário abaixo e vamos compartilhar experiências.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um forte abraço e até a próxima.</p>
<p><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: xx-small;"><br />
</span></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Criptorquidismo (criptorquidia, criptorquia) unilateral e bilateral</title>
		<link>http://www.meusfilhotes.com.br/criptorquidismo-criptorquidia-criptorquia-unilateral-e-bilateral/</link>
		<comments>http://www.meusfilhotes.com.br/criptorquidismo-criptorquidia-criptorquia-unilateral-e-bilateral/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 29 Mar 2012 12:51:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>meusfilhotes</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Guia de Doenças Caninas]]></category>
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		<description><![CDATA[&#160; Criptorquidismo (criptorquidia, criptorquia) unilateral e bilateral. Artigo: Criptorquidismo em Cães. Autoras: Profa. Dra. Sílvia Edelweiss Crusco, Profa. Dra. Camila Infantosi Vannucchi e Dra. Marilu Cristofoli, médicas veterinárias. Fonte: ANCLIVEPA-SP       CRIPTORQUIDISMO EM CÃES &#160; Autoras: Profa. Dra. Sílvia Edelweiss Crusco dos Santos, pós-doutoranda – UNESP – ARAÇATUBA, Profa. Dra. Camila Infantosi Vannucchi, VRA – FMVZ-USP, Dra. Marilu Cristofoli, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table style="width: 0%; height: 0%;" border="0" cellspacing="3" cellpadding="3" align="right">
<tbody>
<tr>
<th scope="col"><script type="text/javascript">// <![CDATA[
                                                                       google_ad_client = "pub-7108298618651754"; /* 300x250, criado 18/07/09 */ google_ad_slot = "8694606108"; google_ad_width = 300; google_ad_height = 250;
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</tr>
</tbody>
</table>
<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.meusfilhotes.com.br/criptorquidismo-criptorquidia-criptorquia-unilateral-e-bilateral/cryptorchidism-in-dogs/" rel="attachment wp-att-1924"><img class="alignleft size-medium wp-image-1924" title="cryptorchidism in dogs" src="http://www.meusfilhotes.com.br/wp-content/uploads/2012/03/cryptorchidism-in-dogs-300x164.jpg" alt="" width="300" height="164" /></a></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11px; line-height: normal;"><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: xx-small;"><span style="font-weight: 900;"><br />
</span></span></p>
<div style="text-align: justify;"></div>
<p>&nbsp;</p>
<h3 id="sites-page-title-header" align="left">Criptorquidismo (criptorquidia, criptorquia) unilateral e bilateral.</h3>
<div id="sites-canvas-main">
<div id="sites-canvas-main-content">
<p><strong>Artigo: Criptorquidismo em Cães.</strong></p>
<p><strong>Autoras: </strong><a href="http://lattes.cnpq.br/2791070819938688" rel="nofollow" target="_blank"><strong>Profa. Dra. Sílvia Edelweiss Crusco</strong></a><strong>, </strong><a href="http://lattes.cnpq.br/7995036285650904" rel="nofollow" target="_blank"><strong>Profa. Dra. Camila Infantosi Vannucchi</strong></a><strong> e Dra. Marilu Cristofoli, médicas veterinárias.</strong></p>
<p><strong>Fonte: ANCLIVEPA-SP</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>CRIPTORQUIDISMO EM CÃES</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Autoras: Profa. Dra. Sílvia Edelweiss Crusco dos Santos, pós-doutoranda – UNESP – ARAÇATUBA, Profa. Dra. Camila Infantosi Vannucchi, VRA – FMVZ-USP, Dra. Marilu Cristofoli, médica veterinária autônoma.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>RESUMO</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Criptorquidismo é uma alteração reprodutiva de machos, caracterizada pela ausência do deslocamento de um ou de ambos os testículos da cavidade abdominal para o escroto, permanecendo no tecido subcutâneo da área pré-escrotal, no abdome ou na área do anel inguinal. É uma doença hereditária autossômica, ligada ao sexo, portanto, embora somente os machos manifestem os sintomas, as fêmeas podem ser portadoras do gene responsável.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Existem vários sintomas associados ao criptorquidismo, tais como: esterilidade, distúrbios de comportamento, aumento de sensibilidade local, dermatopatias, alterações neoplásicas dos testículos, entre outros. O diagnóstico deve ser feito através de inspeção visual e palpação cuidadosa do escroto ou por ultra-sonografia quando a ectopia é abdominal.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A terapia de escolha para o criptorquidismo é orquiectomia bilateral, por reduzir as chances do desenvolvimento de neoplasias testiculares e a possibilidade de transmissão genética do problema. Portanto, a melhor forma de controle do criptorquidismo é por meio de melhoramento e aconselhamento genético conscientes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>DEFINIÇÃO</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Criptorquidismo (do grego: testículo escondido) é uma alteração reprodutiva de machos, caracterizada pela ausência do deslocamento de um ou de ambos os testículos da cavidade abdominal para o escroto.<strong><sup>9</sup></strong> Criptorquidismo unilateral é o termo correto para se definir a ausência de um único testículo no escroto e criptorquidismo bilateral refere-se à ausência de ambos. O testículo pode estar retido no tecido subcutâneo da área pré-escrotal, no abdome ou na área do anel inguinal.<strong><sup>6</sup></strong></span></p>
<div style="text-align: justify;"><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.meusfilhotes.com.br/criptorquidismo-criptorquidia-criptorquia-unilateral-e-bilateral/anclivepa-sp-rev-39-03-b/" rel="attachment wp-att-1936"><img class="size-full wp-image-1936" title="ANCLIVEPA-SP-rev-39-03-b" src="http://www.meusfilhotes.com.br/wp-content/uploads/2012/03/ANCLIVEPA-SP-rev-39-03-b.jpg" alt="" width="162" height="121" /></a><br />
<span style="color: #000000;">Figura 1: cão com criptorquidismo.</span></div>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>INCIDÊNCIA</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A incidência desta alteração em uma população de cães foi descrita como sendo em até 5,0%.<strong><sup>5</sup></strong> O criptorquidismo unilateral é mais comum que o bilateral, ocorrendo com variação de 79,8% e 20,2%, respectivamente.<strong><sup>10</sup></strong> No unilateral, o testículo direito é mais acometido que o esquerdo com incidências de 65,7% e 34,3%, respectivamente.<strong><sup>6</sup></strong> O testículo direito retido em região inguinal é a forma mais comum de criptorquidismo, seguida do testículo direito retido no interior da cavidade abdominal.<strong><sup>7</sup></strong> Existem raças de cães mais suscetíveis ao criptorquidismo, tais como: Border Collie, Boxer, Cairn Terrier, Chihuaua, Buldogue Inglês, Greyhound, Lakeland Terrier, Maltês, Schnauzer Miniatura, Old English Sheepdog, Pequinês, Poodle Toy e miniatura, Spitz alemão (Lulu da Pomerânia), Pastor de Shetland, Shepherd Dog, Husky Siberiano, Silky Terrier, Teckel miniatura, Whippet e Yorkshire Terrier.<strong><sup>1</sup></strong> Dentro de uma mesma raça existe a tendência de indivíduos de porte menor apresentarem o problema.<strong><sup>14</sup></strong> Em cães sem raça definida a incidência é significativamente menor do que nos de raças definidas.<strong><sup>10</sup></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>FISIOLOGIA E ENDOCRINOLOGIA</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A descida dos testículos ocorre normalmente em três fases. Na fase 1, ou de migração intra-abdominal, o testículo fetal, que se desenvolve caudalmente ao rim, é tracionado caudalmente pelo crescimento do gubernáculo, um tecido gelatinoso de origem mesenquimal, que conecta o pólo caudal do testículo à abertura externa do canal inguinal.<strong><sup>6,13</sup></strong> Em camundongos, foi descrito que os hormônios 17-á e 17-â estradiol e dietilbestrol regulam a expressão do gene INSL3 nas células de Leydig, resultando em um mecanismo de inibição da descida testicular transabdominal.<strong><sup>12</sup></strong> A fase II compreende a migração intra-inguinal e a fase III a migração do testículo para o escroto devido a regressão do gubernáculo.<strong><sup>6</sup></strong> Na fase de descida inguinal, a produção de andrógenos gonadais induzida pelo eixo hipotálamo-hipofisário, parece ser o fator endócrino determinante. Os andrógenos também são essenciais para a virilização do tubérculo genital.<strong><sup>9</sup></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Nos cães, a formação do tubérculo urogenital no feto se dá ao redor de 24 dias de idade gestacional, a formação dos testículos com 29 dias e o início da fase de migração transabdominal aos 42 dias. A fase de migração inguino-escrotal se inicia ao redor de 4 a 5 dias após o nascimento.<strong><sup>9</sup></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O processo de descida testicular deve completar-se até os seis meses de idade, quando, na maioria dos cães, o anel inguinal se fecha.<strong><sup>6</sup></strong> Porém, os testículos podem ser palpáveis no interior do escroto em períodos que variam de 10 a 42 dias de idade.<strong><sup>6,10</sup></strong> (Foto 1).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>ETIOLOGIA E PATOGENIA</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Criptorquidismo é uma afecção causada por fatores genéticos, mas tem componentes endócrinos e extrínsecos. Existe um envolvimento considerável de fatores genéticos em doenças relacionadas anomalias do cromossomo X, entre elas o aparecimento de criptorquidismo.<strong><sup>9</sup></strong> Outros defeitos congênitos parecem estar associados ao criptorquidismo incluindo hérnia inguinal, displasia coxofemoral, luxação de patela e defeitos do pênis e prepúcio.<strong><sup>6</sup></strong> Por conceito, o criptorquidismo é uma doença hereditária autossômica, ligada ao sexo.<strong><sup>10</sup></strong> Portanto, embora somente os machos manifestem os sintomas, as fêmeas podem ser portadoras do gene responsável. Acredita-se que a doença seja poligênica.<strong><sup>1</sup></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A patogenia do criptorquidismo ainda não é bem esclarecida. Em humanos, condições como prematuridade, baixo peso e baixa estatura ao nascimento, gemelaridade e exposição da mãe a estrógenos durante o primeiro trimestre da gestação estão associados ao criptorquidismo.<strong><sup>9</sup></strong> Em cães também foram descritos como fatores predisponentes a apresentação posterior do feto no momento do parto, com comprometimento do suprimento sanguíneo dos testículos e retardo no fechamento umbilical, causando falha na capacidade do filhote em aumentar a pressão intra-abdominal e finalmente a persistência do ligamento suspensório cranial do testículo fetal.<strong><sup>14</sup></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Certas anomalias que levam à deficiência ou ausência total da produção de testosterona podem acarretar em falha na descida testicular. São incluídas nestas alterações do cromossomo sexual, indivíduos com insensibilidade a andrógenos e portadores da síndrome de persistência do ducto de Müller. Ainda, alterações da inserção do testículo ao gubernáculo testis poderá acarretar em ectopia testicular.<strong><sup>1</sup></strong> Em medicina humana, existe a hipótese de que a secreção inadequada de hormônio liberador de gonadotrofina (GnRH), hormônio luteinizante (LH) ou testosterona é causadora de criptorquidismo.<strong><sup>6</sup></strong> Em camundongos foi descrita uma deleção do gene que codifica um fator semelhante à insulina (Insl3) ou do seu receptor (Great/Lgr8) responsáveis pelo aparecimento de criptorquidismo bilateral.<strong><sup>2</sup></strong> Porém em humanos e cães foram descritas apenas mutações silenciosas, sem o aparecimento do problema.<strong><sup>1,4</sup></strong></span></p>
<div style="text-align: justify;">
<div id="attachment_1937" class="wp-caption alignleft" style="width: 157px"><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.meusfilhotes.com.br/criptorquidismo-criptorquidia-criptorquia-unilateral-e-bilateral/anclivepa-sp-rev-39-03-c/" rel="attachment wp-att-1937"><img class="size-full wp-image-1937" title="ANCLIVEPA-SP-rev-39-03-c" src="http://www.meusfilhotes.com.br/wp-content/uploads/2012/03/ANCLIVEPA-SP-rev-39-03-c.jpg" alt="" width="147" height="125" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 2: diferença de tamanhos entre o testículo que estava no escroto (maior) e o ectópico (menor).</p></div>
</div>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>SINTOMAS</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong> </strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Existem vários sintomas associados ao criptorquidismo, variando de acordo com a idade e a localização do testículo, tais como: esterilidade, distúrbios de comportamento, aumento de sensibilidade local, dermatopatias, alterações neoplásicas dos testículos, entre outros.<strong><sup>13</sup></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Quando o criptorquidismo for bilateral o animal será estéril.<strong><sup>10</sup></strong> Entretanto, nos casos de criptorquidismo unilateral o testículo em posição escrotal terá espermatogênese normal,<strong><sup>8</sup></strong> sendo comum a oligospermia.<strong><sup>6</sup></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Ao se induzir cirurgicamente o criptorquidismo unilateral em cães, Kawakami e col. (1999) observaram que houve diminuição da concentração espermática total e aumento dos níveis séricos (veia espermática) de estrógeno, bem como diminuição da concentração plasmática de transferrina, testosterona e hormônio luteinizante (LH).<strong><sup>8</sup></strong> O aumento do estradiol sérico sugere que ocorre inibição das funções endócrinas e da espermatogênese do testículo contra lateral.<strong><sup>8</sup></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os sintomas locais dolorosos são raros e intermitentes, mas podem ser traduzidos por dificuldades de micção ou por claudicação, principalmente se associados com neoplasia testicular. Apesar de incomum, a torção do cordão espermático do testículo abdominal provoca dor aguda, além de outras complicações.<strong><sup>10</sup></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">As chances do testículo ectópico desenvolver tecido tumoral é 13,6 vezes maior do que o testículo normal.<strong><sup>6</sup></strong> Os tipos histológicos mais comuns de neoplasia no testículo retido são o sertolinoma (50%) seguidos de seminoma (33%), teratoma e cistos dermóides.<strong><sup>3</sup></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O cão criptorquídico pode apresentar modificações de comportamento como: hipersexualidade, excitabilidade, irritabilidade e tendência à agressividade. Ainda, as neoplasias em testículos ectópicos podem acentuar sobremaneira esta alteração comportamental, além da diminuição da fertilidade, do alto risco de torção do cordão espermático e todas as complicações clínicas e cirúrgicas pela presença do tumor.<strong><sup>15</sup></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">As dermatopatias são resultantes de insuficiência hormonal decorrente da degeneração testicular, normalmente encontradas no caso de sertolinomas.<strong><sup>15</sup></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>DIAGNÓSTICO</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong> </strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O diagnóstico deve ser feito através de inspeção visual e palpação cuidadosa do escroto. Entretanto, a gordura escrotal em excesso e os linfonodos inguinais podem ser confundidos com testículo ectópico.<strong><sup>10</sup></strong> O testículo retido é menor em tamanho e peso (caso não haja neoplasia) em relação ao que está localizado no escroto.<strong><sup>6</sup></strong> O exame ultra-sonográfico pode ser de grande valia, pois permite identificar o testículo ectópico, bem como alterações morfológicas do mesmo (Foto 3). É preciso ressaltar que a conduta expectante até o sexto mês de idade do animal é recomendada, antes de se estabelecer o diagnóstico definitivo.<strong><sup>6</sup></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>TRATAMENTO</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong> </strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O tratamento para o criptorquidismo pode ser medicamentoso ou cirúrgico. A escolha da melhor conduta a ser realizada depende da idade do animal e da sintomatologia envolvida. Por ser uma afecção comprovadamente hereditária, o tratamento medicamentoso único corresponde a uma conduta questionável do ponto de vista ético. Porém, para cães jovens (até 16 semanas) que apresentam a ectopia testicular de difícil acesso cirúrgico, pode-se optar por tratamento medicamentoso inicialmente, no sentido de promover a descida testicular artificialmente para em um segundo momento proceder-se a terapia cirúrgica.</span></p>
<div style="text-align: justify;">
<div id="attachment_1940" class="wp-caption alignleft" style="width: 158px"><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.meusfilhotes.com.br/criptorquidismo-criptorquidia-criptorquia-unilateral-e-bilateral/anclivepa-sp-rev-39-03-d/" rel="attachment wp-att-1940"><img class="size-full wp-image-1940" title="ANCLIVEPA-SP-rev-39-03-d" src="http://www.meusfilhotes.com.br/wp-content/uploads/2012/03/ANCLIVEPA-SP-rev-39-03-d.jpg" alt="" width="148" height="123" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 3: ultra-sonografia delimitando um testículo ectópico.</p></div>
</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O tratamento medicamentoso pode ser realizado com o hormônio liberador de gonadotrofina (GnRH) ou drogas que tenham ação semelhante ao hormônio luteinizante, como por exemplo, a gonadotrofina coriônica humana.<strong><sup>3,6</sup></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A terapia de escolha para o criptorquidismo é orquiectomia bilateral, por reduzir as chances do desenvolvimento de neoplasias testiculares e a possibilidade de transmissão genética do problema. Dentre as possibilidades de correção cirúrgica, pode-se realizar a orquiopexia ou reposição do testículo ectópico, entretanto essas são condutas que não interrompem a descendência genética da afecção, desta forma não recomendável.<strong><sup>10</sup></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>PROGNÓSTICO</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong> </strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O prognóstico para a vida do animal é excelente quando o tratamento é realizado de forma a evitar o comprometimento neoplásico do testículo ectópico. Em contrapartida, o prognóstico para a vida reprodutiva é ruim.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>CONCLUSÃO</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong> </strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span>O criptorquidismo é uma afecção bastante comum na clínica de pequenos animais. Porém, o desafio maior em relação a este problema é o estabelecimento de formas de controle e propagação do defeito em famílias e populações de cães. O controle definitivo do criptorquidismo só é possível por meio de melhoramento e aconselhamento genético conscientes. Para este fim, conhecimento acerca das características do problema são fundamentais. Por exemplo, sabendo-se tratar de uma afecção hereditária, o tratamento cirúrgico definitivo é o de eleição. Ainda, por ser uma alteração autossômica, ligada ao sexo, a transmissão do defeito genético pode ocorrer tanto através do macho como da fêmea. Portanto, a matriz e o reprodutor dos quais o cruzamento resultou em filhotes criptorquídeos devem ser avaliados e após comprovado como portadores do criptorquismo  devem ser afastados da reprodução.<strong style="color: #000000;"><sup>10</sup></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Pesquisas que envolvam a identificação e o mapeamento deste problema genético nos cães devem ser estimuladas para que futuramente a utilização de técnicas de biologia molecular possam favorecer a localização do criptorquidismo na população e, portanto, auxiliar no sucesso do melhoramento genético da espécie.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong> </strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">1) Ackerman, L. Reproductive Disorders. In: The Genetic Connection: A guide to health problems in purebred dogs. AAHA press: Colorado, 1999, p.278. Cap.12, p.173-175.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">2) Adham, I. M., Agoulnik, A.I. Insulin-like 3 signaling in testicular descent. International Journal of Andrology. v.27, p.257-265, 2004.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">3) Arteaga, M. B., Valle, F. G., Martin, F. C. Carballo, P. C., Molina, A. G. Morphologic and endocrinologic charcteristics of retained canine testes. Canine Practice. V.25, n.3, p.12-15, 2000.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">4) Feng, S., Cortessis, V., Hwang, A. Hardy, B. Koh, C.J., Bogatcheva, N. V., Agoulnick, A.I. Mutation analysis of INSL3 and GREAY/ LGR8 genes in familial cryptorchidism Urology, v.64, p.1032-1036, 2004.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">5) James, R.W., Heywood, R. Age related variations in the testes and prostate of beagle dogs. Toxicology. v.123, p.273-279, 1979.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">6) Johnston, S. D., Kustritz, M. V. R., Olson, P. N. S. Disorders of canine testes and epididymes. In: Johnston, S. D. Canine and feline theriogenology. Philadelphia: W. B. Saunders, 2001, p.312-332.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">7) Yates, D. Hayes, G. Heffernan, M., Beynon, R. Incidence of cryptorchidism in dogs and cats. Veterinary Record. V.152, n.16, p.502-504, 2003.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"> <img src='http://www.meusfilhotes.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt='8)' class='wp-smiley' /> Kawakami, E., Tsutsio, T. Saito, S. Kakimoto, T. Osaga, A. Changes in peripheral plasma luteinizing hormone and testosterone concentrations and semn quality in normal and cryptorchidism in dogs. Journal of Veterinary Medical Science. V.61, n.10, p.1107-1111, 1999.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">9) Klonish, T., Fowler, P. A., Hombach-Klonish, S. Molecular and genetic regulation of testis descent external genitalia development.Development Biology. V.270, p.1-18, 2004.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">10) Memom, M., Tibary, A. Canine and feline cryptorchidism. In: Concannon. P.W., England, G., Verstegen, J. Recent Advances in Small Animal Reproduction. International Veterinary Information Service (www.ivis.org), 2001.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">11) Meyer-Wallen, V. N., Schelling, C. Agoulnick, A. I. Mutation analysis of the candidate genes in canine cryptorchidism. Proceedings: 2nd International Conference Advances in canine and feline genomics. Utretch, The Netherland, October 14-16, p.90, 2004.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">12) Nef, S., Shipman, T. Parada, L. F. Amolecular basis for estrogen induced cryptorchidism. Development Biology. v.224, p.354-361, 2000.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">13) Pendergrass, T. W., Hays, H. M., Cryptorchidism and related defects in dogs: Epidemiologic comparison with man. Teratology. v.12, n.1, p.51-56, 1975.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">14) Romagnoli, S. E. Canine cryptorchidism. Veterinary Clinics of North America: Small Animal Practice, v. 21, n.3, p.533-544, 1991.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">15) Verstegen , J. Conditions of the male. In: Simpson, G. England, G., Harvey, M. Manual of Small Animal Reproduction and Neonatology. Cheltenham: BSAVA, 1998, p.235. Cap.7, p.71-82.</span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="line-height: normal;"><br />
</span></span></p>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Um forte abraço e até a próxima.</p>
<p><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: xx-small;"><br />
</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Cuidados antes da viagem com seu cachorro e gato</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Mar 2012 20:49:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>meusfilhotes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cães]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
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		<description><![CDATA[Cuidados antes da viagem por Alessandro Pelletti &#160; Antes de viajar com seu cão é aconselhável uma visita ao médico veterinário para um exame geral. Verificar se a vacinação está em dia e administrar medicamento para prevenção de dirofilariose (doença transmitida por mosquito). Em viagens interestaduais, aéreas ou rodoviárias é importante providenciar a Guia de Trânsito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table style="width: 0%; height: 0%;" border="0" cellspacing="3" cellpadding="3" align="right">
<tbody>
<tr>
<th scope="col"><script type="text/javascript">// <![CDATA[
                                                                      google_ad_client = "pub-7108298618651754"; /* 300x250, criado 18/07/09 */ google_ad_slot = "8694606108"; google_ad_width = 300; google_ad_height = 250;
// ]]&gt;</script><script type="text/javascript" src="http://pagead2.googlesyndication.com/pagead/show_ads.js"></script></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.meusfilhotes.com.br/cuidados-antes-da-viagem-com-seu-cachorro-e-gato/cuidados-antes-de-viajar-com-se-cachorro/" rel="attachment wp-att-1919"><img class="alignleft size-medium wp-image-1919" title="cuidados-antes-de-viajar-com-se-cachorro" src="http://www.meusfilhotes.com.br/wp-content/uploads/2012/03/cuidados-antes-de-viajar-com-se-cachorro-300x139.jpg" alt="" width="300" height="139" /></a></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11px; line-height: normal;"><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: xx-small;"><span style="font-weight: 900;"><span style="color: #006633; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><strong><span style="color: #000000;">Cuidados antes da viagem<br />
</span></strong><span style="color: #000000; font-size: xx-small;">por </span></span><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: xx-small;">Alessandro Pelletti</span></span></span></p>
<div style="text-align: justify;"></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Antes de viajar com seu cão é aconselhável uma visita ao médico veterinário para um exame geral. Verificar se a vacinação está em dia e administrar medicamento para prevenção de dirofilariose (doença transmitida por mosquito). Em viagens interestaduais, aéreas ou rodoviárias é importante providenciar a Guia de Trânsito Animal.</p>
<p><strong>Recomendações durante a viagem</strong></p>
<p>No carro não deixe o animal viajar com a cara na janela, para evitar a irritação de olhos e de ouvidos. O animal deve viajar sempre no banco de trás. Existem cintos de segurança especiais para cães, para gatos utilize a caixa de transporte.</p>
<p>Alguns animais enjoam, consulte o veterinário sobre medicamentos para evitar enjôos. Prefira as horas mais frias do dia para viajar com seu amiguinho e leve água para oferecer durante as paradas.</p>
<p><strong>Cuidados necessários na praia</strong></p>
<p>Evite que o animal vá à praia, a maioria dos municípios do litoral possui leis que proíbem animais na praia. Se ele for à praia, alguns cuidados são importantes:</p>
<p>- Evite que o cão suje a areia e se o fizer, recolha as fezes com saco plástico e jogue no lixo.</p>
<p>- Coloque focinheira no seu cão, na praia existem muitas crianças e mesmo que o animal seja manso, num certo momento ele pode ferir uma criança. A responsabilidade é sempre do proprietário.</p>
<p><strong>Os perigos que os cães podem levar à praia</strong></p>
<p>As pessoas podem adquirir a larva migrans cutânea ou dermatite serpiginosa, causada pelo <em>Ancylostoma caninum</em>, quando entram em contato com a areia ou terra contaminadas com as fezes de cães e de gatos portadores de vermes adultos.</p>
<p>Estas larvas são resistentes à ação do meio ambiente tais como frio, calor, umidade e podem permanecer no ambiente até cerca de um ano.</p>
<p>Nas pessoas a larva provoca erosões e pequenas elevações na pele em formato ondulante com muita coceira. Geralmente atinge pés, pernas e mãos.</p>
<p><strong>Não devemos esquecer que na praia animais de pele e pêlo brancos devem usar protetor solar na região do focinho, pois a incidência de raios ultravioleta é responsável pelo desenvolvimento de câncer de pele nesta região!</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<table style="width: 100%;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td rowspan="2" width="18%"><img src="http://www.greepet.vet.br/imagens/pelletti.jpg" alt="" width="70" height="68" /></td>
<td width="82%"><span style="color: #000000; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><strong>Alessandro Pelletti</strong></span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="color: #000000; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: xx-small;">Diretor de Adestramento e Cursos.<br />
Currículo perto de 2.000 cães já treinados.<br />
Ministra cursos para formação de adestradores desde 1997.<br />
Canil Dog Master<br />
</span><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: xx-small;"><a href="http://www.dogmasterbrasil.com.br/" target="_blank"><span style="color: #000000;">http://www.dogmasterbrasil.com.br/</span></a></span></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p>* este artigo pode ser publicado livremente em Revistas, Jornais, Newsletters e outros meios de comunicação, desde que a biografia do autor permaneça intacta e a fonte do artigo seja citada. Fonte do Artigo: www.greepet.vet.br</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Deixe seu comentário abaixo e vamos compartilhar experiências.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um forte abraço e até a próxima.</p>
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</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>TRATANDO AS DOENÇAS OCULARES DOS CÃES</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Mar 2012 20:30:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>meusfilhotes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cães]]></category>
		<category><![CDATA[Guia de Doenças Caninas]]></category>
		<category><![CDATA[carne nos olhos do cao]]></category>
		<category><![CDATA[doença no olho do bulldogue frances]]></category>
		<category><![CDATA[doença no olho do cao]]></category>
		<category><![CDATA[doença nos olhos]]></category>
		<category><![CDATA[doença ocular]]></category>
		<category><![CDATA[olho do cachorro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.meusfilhotes.com.br/?p=1909</guid>
		<description><![CDATA[TRATANDO AS DOENÇAS OCULARES DOS CÃES por Professor Guilherme Savassi &#160; Os animais de estimação, especificamente os cães, podem apresentar uma enorme variedade de doenças nos olhos.A maioria delas já tem tratamento estabelecido há muito tempo. Outras afecções de ocorrência comum, entretanto, não têm sido tratadas com freqüência, pois as técnicas descritas são pouco divulgadas e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table style="width: 0%; height: 0%;" border="0" cellspacing="3" cellpadding="3" align="right">
<tbody>
<tr>
<th scope="col"><script type="text/javascript">// <![CDATA[
                                                                     google_ad_client = "pub-7108298618651754"; /* 300x250, criado 18/07/09 */ google_ad_slot = "8694606108"; google_ad_width = 300; google_ad_height = 250;
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</tr>
</tbody>
</table>
<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.meusfilhotes.com.br/tratando-as-doencas-oculares-dos-caes/doenca-ocular-em-caes/" rel="attachment wp-att-1912"><img class="alignleft size-medium wp-image-1912" title="doença-ocular-em-caes" src="http://www.meusfilhotes.com.br/wp-content/uploads/2012/03/doença-ocular-em-caes-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11px; line-height: normal;"><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><span style="font-weight: 900; font-size: xx-small;"><span style="color: #006633; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><strong><span style="color: #000000;">TRATANDO AS DOENÇAS OCULARES DOS CÃES<br />
</span></strong><span style="color: #000000; font-size: xx-small;">por </span></span><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: xx-small;">Professor Guilherme Savassi</span></span></span></p>
<div style="text-align: justify;"></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os animais de estimação, especificamente os cães, podem apresentar uma enorme variedade de doenças nos olhos.A maioria delas já tem tratamento estabelecido há muito tempo.</p>
<p>Outras afecções de ocorrência comum, entretanto, não têm sido tratadas com freqüência, pois as técnicas descritas são pouco divulgadas e conhecidas, o que impede os proprietários de proporcionarem melhor qualidade de vida para seus animais.</p>
<p>Neste artigo serão abordados os distúrbios de produção e drenagem da lágrima que promovem graves conseqüências para os cães.</p>
<p>A primeira doença é chamada dacriocistite e ocorre devido à obstrução do ducto que promove a drenagem da lágrima do olho até a fossa nasal (narinas). Algumas raças de cães são acometidas com maior freqüência, tais como: Poodle, Maltês, Bichon Frise, entre outras. A obstrução da drenagem faz com que parte da lágrima produzida escorra pelo canto medial do olho, mantendo sempre úmido o pêlo e a pele da região, o que predispõe ao surgimento de feridas e dermatites localizadas.</p>
<div align="center">
<table style="width: 33%;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td> <a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.meusfilhotes.com.br/tratando-as-doencas-oculares-dos-caes/ocular1/" rel="attachment wp-att-1911"><img class="alignleft size-full wp-image-1911" title="ocular1" src="http://www.meusfilhotes.com.br/wp-content/uploads/2012/03/ocular1.jpg" alt="" width="186" height="117" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom"><em>Mancha no canto do olho (epífora), causada pela obstrução do ducto lacrimal.</em><br />
foto: Professor Guilherme Savassi</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>Além do incômodo para o animal, a estética também fica comprometida, uma vez que o cão permanece todo o tempo com duas manchas de coloração amarronzada próximas aos dois olhos. Alguns medicamentos podem reduzir a ocorrência do problema temporariamente mas, após a interrupção do tratamento, os sinais retornam exatamente como antes.</p>
<p>O tratamento definitivo pode ser feito através de uma cirurgia que desvia a lágrima para as narinas e reduz o escoamento pelo canto do olho.<br />
Outra doença que acomete os cães é a chamada ceratoconjuntivite seca, conhecida popularmente como “Olho seco”. Neste caso, o que acontece é uma diminuição drástica na produção de lágrima, fazendo com que o olho fique seco, perca o brilho e comece a produzir uma secreção espessa, que se deposita com freqüência. Os sinais que o animal desenvolve são: narinas ressecadas, ausência de brilho no olho, blefarospasmo (o animal mantém o (s) olho (s) parcialmente fechado (s) em função da dor que a ausência de lágrima promove). O indivíduo acometido pelo Olho seco desenvolve infecções oculares com maior freqüência. Muitas vezes o olho fica opaco e perde a transparência, fato que pode culminar na cegueira permanente do animal.</p>
<div align="center">
<table style="width: 33%;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td> <a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.meusfilhotes.com.br/tratando-as-doencas-oculares-dos-caes/ocular2/" rel="attachment wp-att-1910"><img class="alignleft size-full wp-image-1910" title="ocular2" src="http://www.meusfilhotes.com.br/wp-content/uploads/2012/03/ocular2.jpg" alt="" width="186" height="117" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom"><em>Olho seco, vermelho, opaco e sem brilho</em><br />
foto: Professor Guilherme Savassi</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>Até o momento, o que tem sido utilizado no tratamento do olho seco são pomadas e colírios que aliviam temporariamente os sintomas do paciente. Entretanto, o uso dos colírios têm que ser feito por toda a vida do animal e o proprietário precisa de disponibilidade de tempo para instilar colírios entre 6 e 10 vezes ao dia.</p>
<p>Em função da dificuldade de tratamento destes animais, o Prof Guilherme Savassi desenvolveu uma técnica cirúrgica semelhante àquela utilizada na Medicina Humana e tem obtido êxito nos primeiros casos.</p>
<p>Um dos animais operados pela técnica vinha sendo tratado há 3 anos à base de colírios sem apresentar resultado significativo. Após a intervenção cirúrgica, um dos olhos operados voltou a apresentar quantidade de lágrima em níveis considerados normais, o que dispensará o uso de qualquer medicamento daqui em diante. Os resultados ainda são parciais mas tudo indica que há uma grande chance de sucesso dessa técnica no tratamento dos cães acometidos pelo olho seco. A técnica em questão será o tema de doutorado do Prof Guilherme.</p>
<p>As cirurgias são realizadas em Belo Horizonte e o custo tem sido bastante acessível à maioria dos proprietários.</p>
<p><em>Professor Guilherme Savassi</em><em><br />
<em>Médico Veterinário &#8211; CRMV MG 5747</em><br />
<em>Professor de Cirurgia e Anestesiologia, emergência, terapia intensiva e Farmacologia na Faculdade Fead &#8211; Belo Horizonte</em><br />
<em>Cirurgião chefe do Hospital Veterinário Fead.</em></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Deixe seu comentário abaixo e vamos compartilhar experiências.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um forte abraço e até a próxima.</p>
<p><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: xx-small;"><br />
</span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.meusfilhotes.com.br/tratando-as-doencas-oculares-dos-caes/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>Uveíte Felina &#124; Doenças em Gatos</title>
		<link>http://www.meusfilhotes.com.br/uveite-felina-doencas-em-gatos/</link>
		<comments>http://www.meusfilhotes.com.br/uveite-felina-doencas-em-gatos/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 28 Mar 2012 20:23:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>meusfilhotes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gatos]]></category>
		<category><![CDATA[Guia de Doenças Felinas]]></category>
		<category><![CDATA[doença no olho do gato]]></category>
		<category><![CDATA[doenças em gatos]]></category>
		<category><![CDATA[doenças oculares em gatos]]></category>
		<category><![CDATA[gato com doença no olho]]></category>
		<category><![CDATA[Uveíte Felina]]></category>

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		<description><![CDATA[Uveíte Felina por Dr. Carlos G. Lieberknecht &#160; Comparando com cães, os gatos não têm muitas doenças oculares. No entanto, um dos problemas oculares mais comuns nestes, é a uveíte. Ela geralmente é crônica e pode causar cegueira e dor ocular. Na verdade, as três razões mais comuns para um olho felino ser removido (isto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table style="width: 0%; height: 0%;" border="0" cellspacing="3" cellpadding="3" align="right">
<tbody>
<tr>
<th scope="col"><script type="text/javascript">// <![CDATA[
                                                                    google_ad_client = "pub-7108298618651754"; /* 300x250, criado 18/07/09 */ google_ad_slot = "8694606108"; google_ad_width = 300; google_ad_height = 250;
// ]]&gt;</script><script type="text/javascript" src="http://pagead2.googlesyndication.com/pagead/show_ads.js"></script></th>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.meusfilhotes.com.br/uveite-felina-doencas-em-gatos/uveite-felina/" rel="attachment wp-att-1905"><img class="alignleft size-medium wp-image-1905" title="uveite-felina" src="http://www.meusfilhotes.com.br/wp-content/uploads/2012/03/uveite-felina-300x210.jpg" alt="" width="300" height="210" /></a></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11px; line-height: normal;"><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: xx-small;"><span style="font-weight: 800;"><strong><span style="color: #000000;">Uveíte Felina<br />
</span></strong><span style="color: #000000; font-size: xx-small;">por Dr. Carlos G. Lieberknecht</span></span></span></p>
<div style="text-align: justify;"></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Comparando com cães, os gatos não têm muitas doenças oculares.</p>
<p>No entanto, um dos problemas oculares mais comuns nestes, é a uveíte. Ela geralmente é crônica e pode causar cegueira e dor ocular. Na verdade, as três razões mais comuns para um olho felino ser removido (isto é chamado “enucleação”) são trauma ocular (como ferimento por unha felina ao olho), glaucoma (maior pressão intraocular) secundário a uveíte crônica e câncer (melanoma difuso da íris). Uveíte em gatos pode ser causada por doença grave generalizada.</p>
<p>Assim, a uveíte felina é uma doença importante de diagnosticar e tratar corretamente, para diminuir as chances do olho ficar cego ou possivelmente removido, ou mesmo do gato morrer da doença que causou a uveíte.</p>
<p>O que é Uveíte?</p>
<p>Uveíte é uma inflamação do trato uveal, que é a parte vascular pigmentada do olho. Isto inclue a iris (a parte colorida do olho que forma à pupila), corpo ciliar e coróide. O trato uveal (ou “uvea”) é todo uma peça só, e tem forma de uma bola oca com uma grande abertura que se encaixa dentro do olho. A abertura é a pupila do gato, e o resto do olho é a íris, corpo ciliar e coróide. Assim, se a íris está inflamada, é provável que o corpo ciliar e a coróide estão envolvidos também, um pouco ou gravemente.</p>
<p>Qual a aparência da Uveíte?</p>
<p>A uveíte pode ter muitos sinais clínicos. Aqui está uma lista de alguns mais comuns, que podem ser combinados de vários modos: sensibilidade à luz, estrabismo, protrusão da terceira pálpebra, lacrimejamento, vermelhidão da parte branca do olho, formato ou tamanho anormal da pupila, cor alterada da íris (geralmente uma cor avermelhada ou “de terra” em comparação com o olho normal), nebulosidade, catarata e/ou olho inchado se há presença de glaucoma. Cegueira pode ser aparente, mas esta muitas vezes não é notada, especialmente se o outro olho é visual.</p>
<p>Quais as causas de Uveíte?</p>
<p>Em aproximadamente 6 de cada 10 gatos com uveíte, a causa não pode ser identificada, mesmo com testes diagnósticos extensos. No entanto, quando a causa pode ser identificada, ela geralmente é trauma, uma doença infecciosa ou câncer. As doenças infecciosas que podem causar uveíte em gatos são: Toxoplasma gondii, peritonite infecciosa felina (FIP), Bartonella henselae, vírus da imunodeficiência felina (FIV), herpesvírus-1 felino (FHV-1) e vírus da leucemia felina (FeLV). Os dois tipos mais comuns de câncer que podem causar uveíte em gatos são o linfoma e também melanoma da íris. É importante saber que todas estas doenças podem ser letais, com exceção talvez do vírus do herpes felino.</p>
<p>Qual o tratamento para Uveíte?</p>
<p>O tratamento depende da causa, mas, mesmo com o melhor tratamento, a uveíte pode não ser controlada e pode ocorrer glaucoma.</p>
<p>Também é importante saber que uveíte em gatos geralmente é uma doença para toda vida e que requer tratamento permanente.</p>
<p>É importante para o veterinário determinar se o glaucoma está presente como uma complicação da uveíte, já que isto precisa ser tratado. A maioria dos clínicos veterinários não tem o instrumento (chamado tonômetro) para medir a pressão intraocular. Se este é o caso com seu doutor, ele pode recomendar que o gato seja levado a um oftalmologista veterinário para avaliação. Se a pressão intraocular elevada não é controlada, o olho se tornará cego e dolorido. A dor é um desconforto como “dor de cabeça” que não é óbvia para o dono.</p>
<p><em>Dr. Carlos G. Lieberknecht</em><em><br />
<em>Clínica Veterinária Lieberknecht</em><br />
<em>http://www.clinicalieberknecht.com.br/</em></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Deixe seu comentário abaixo e vamos compartilhar experiências.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um forte abraço e até a próxima.</p>
<p><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: xx-small;"><br />
</span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Cuidado com os &#8220;Venenos&#8221; caseiros &#8211; Perigo em casa para seu animalzinho</title>
		<link>http://www.meusfilhotes.com.br/cuidado-com-os-venenos-caseiros-perigo-em-casa-para-seu-animalzinho/</link>
		<comments>http://www.meusfilhotes.com.br/cuidado-com-os-venenos-caseiros-perigo-em-casa-para-seu-animalzinho/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 26 Mar 2012 19:44:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>meusfilhotes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Guia de Doenças Caninas]]></category>
		<category><![CDATA[cachorro come sabao]]></category>
		<category><![CDATA[cachorro envenenado]]></category>
		<category><![CDATA[perigos de casa para os caes]]></category>
		<category><![CDATA[veneno em casa]]></category>

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		<description><![CDATA[PERIGO EM CASA &#8211; VENENO por Pet Imagem Diagnósticos Veterinários &#160; Nossos animais ficam cada vez mais próximos de um envenenamento, já que contamos com inúmeras substâncias potencialmente tóxicas e seus ingredientes em muitos medicmaentos, inseticidas e outros materiais comuns no comércio. &#160; Caso seu animalzinho tenha a suspeita de estar intoxicado tenha o cuidado de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table style="width: 0%; height: 0%;" border="0" cellspacing="3" cellpadding="3" align="right">
<tbody>
<tr>
<th scope="col"><script type="text/javascript">// <![CDATA[
                                                                   google_ad_client = "pub-7108298618651754"; /* 300x250, criado 18/07/09 */ google_ad_slot = "8694606108"; google_ad_width = 300; google_ad_height = 250;
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</tr>
</tbody>
</table>
<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.meusfilhotes.com.br/cuidado-com-os-venenos-caseiros-perigo-em-casa-para-seu-animalzinho/dangers-dogs-face/" rel="attachment wp-att-1895"><img class="alignleft size-medium wp-image-1895" title="Dangers-Dogs-Face" src="http://www.meusfilhotes.com.br/wp-content/uploads/2012/03/Dangers-Dogs-Face-300x290.jpg" alt="" width="300" height="290" /></a></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11px; line-height: normal;"><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #006633; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"><strong><span style="color: #000000;">PERIGO EM CASA &#8211; VENENO<br />
</span></strong><span style="color: #000000; font-size: xx-small;">por </span></span><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: xx-small;">Pet Imagem Diagnósticos Veterinários</span></strong></p>
<div style="text-align: justify;"></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nossos animais ficam cada vez mais próximos de um envenenamento, já que contamos com inúmeras substâncias potencialmente tóxicas e seus ingredientes em muitos medicmaentos, inseticidas e outros materiais comuns no comércio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Caso seu animalzinho tenha a suspeita de estar intoxicado tenha o cuidado de obter as seguintes informações importantes para o médico veterinário:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>* tipo do produto – tóxico<br />
* uma amostra ou recipiente do produto<br />
* quando entrou em contato ou quando ingeriu</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É claro leve seu animal o mais rápido possível para seu médico veterinário.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Também devemos proceder com alguns cuidados básicos:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>1. caso o animal ainda continua em contato com a substância retire-o do local e se possível lave-o com água morna;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>2. caso o animal se encontre excitado ou com convulsão proteja- e leve a um ambiente calmo e sem muita luminosidade;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>3. Não utilizar leite ou gorduras quando a intoxicação for por inseticidas (organofosforados)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Abaixo relacionamos algumas substâncias tóxicas comuns em nossa residência e alguns sinais de intoxicação:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>1. Acetona:</em> respiração com odor característico da acetona, vômito e diarréia severa;<br />
<em><br />
<em>2. Alcalis (encontrado em produtos para limpeza e solventes de graxas):</em></em> dor abdominal, pele avermelhada e náuseas;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>3. Álcool (encontrado em wisky, vinho e cerveja também):</em>vômito, fraqueza, depressão no sistema nervoso e até excitação;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>4. Alvejantes:</em> pele irritada e sinais gastro-intestinais;<br />
<em><br />
<em>5. Arsênico (veneno de formiga, herbicida, inseticida):</em></em>inquietação, vômito, colapso, convulsão e até coma;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>6. Aspirina:</em> fraqueza, vômito, hemorragia de pele e gatos facilmente podem morrer com seu uso;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>7. Benzeno:</em> conjuntivite, vômitos, convulsão e colapso;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>8. Cogumelo: </em>vômito, diarréia com sangue, salivação, espasmos, alterações mentais súbitas e coma;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>9. Corante de anilina:</em> depressão, falta de ar, vômito e convulsões;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>10. Fumaça de escapamento de veículos:</em> depressão, contração muscular, desmaio, convulsões, a pupila dilatada e elevação de temperatura;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>11. Medicamentos para dormir:</em> delírio, depressão, alteração da respiração, coma e morte;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>12. Vinagre:</em> vômito, dor abdominal, respiração rápida e ofegante;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>13. Tetracloreto de carbono (soluções de limpeza e extintores de incêncio):</em> diarréia, hepatite aguda, náuseas, colapso, coma e morte.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Observe bem o ambiente em que seu animal está e o que pode estar a seu alcance, nossa casa pode esconder muitas armadilhas venenosas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Procure imediamente seu médico veterinário nunca deixe para mais tarde, pode ser muito tarde …</p>
<p><em>Pet Imagem Diagnósticos Veterinários</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>http://www.petimagem.com.br</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Deixe seu comentário abaixo e vamos compartilhar experiências.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um forte abraço e até a próxima.</p>
<p><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: xx-small;"><br />
</span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Viagem de férias com pets requer cuidados obrigatórios</title>
		<link>http://www.meusfilhotes.com.br/viagem-de-ferias-com-pets-requer-cuidados-obrigatorios/</link>
		<comments>http://www.meusfilhotes.com.br/viagem-de-ferias-com-pets-requer-cuidados-obrigatorios/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 26 Mar 2012 19:39:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>meusfilhotes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cães]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[como deixar os cães nas férias]]></category>
		<category><![CDATA[férias com os cachorros]]></category>
		<category><![CDATA[onde deixar meu cachorro nas férias]]></category>

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		<description><![CDATA[Viagem de férias com pets requer cuidados obrigatórios O mês de julho é sinônimo de férias para muitos brasileiros e os bichinhos de estimação seguem como companheiros de seus donos em passeios pelo País e também para o exterior. Entretanto, para transportar um animal doméstico é necessário estar atento a vários cuidados.  Em 2010, cerca [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table style="width: 0%; height: 0%;" border="0" cellspacing="3" cellpadding="3" align="right">
<tbody>
<tr>
<th scope="col"><script type="text/javascript">// <![CDATA[
                                                                  google_ad_client = "pub-7108298618651754"; /* 300x250, criado 18/07/09 */ google_ad_slot = "8694606108"; google_ad_width = 300; google_ad_height = 250;
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</tr>
</tbody>
</table>
<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.meusfilhotes.com.br/viagem-de-ferias-com-pets-requer-cuidados-obrigatorios/dogs-4/" rel="attachment wp-att-1890"><img class="alignleft size-medium wp-image-1890" title="dogs-4" src="http://www.meusfilhotes.com.br/wp-content/uploads/2012/03/dogs-4-300x215.gif" alt="" width="300" height="215" /></a></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11px; line-height: normal;"><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">Viagem de férias com pets requer cuidados obrigatórios</span></strong></p>
<div style="text-align: justify;"></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O mês de julho é sinônimo de férias para muitos brasileiros e os bichinhos de estimação seguem como companheiros de seus donos em passeios pelo País e também para o exterior. Entretanto, para transportar um animal doméstico é necessário estar atento a vários cuidados. </span></p>
<p><span style="color: #000000;">Em 2010, cerca de 13,2 mil cães e gatos passaram pelos três principais aeroportos do Brasil (Guarulhos, em SP, Galeão, no RJ, e Juscelino Kubitschek, no DF). Fiscais do Ministério da Agricultura são responsáveis por esse trânsito dos animais e dizem que certos cuidados são essenciais para evitar disseminação de doenças nos bichinhos ou a transmissão para humanos. </span></p>
<p><span style="color: #000000;">Confira algumas dicas para não correr o risco de ficar sem o se pet ou sem a viagem: </span></p>
<p><span style="color: #000000;">* Para viagens nacionais: para cães e gatos, leve carteira de vacinação do animal contra a raiva e atestado de saúde, emitido pelo veterinário. Para outras espécies como aves, coelhos, furões ou iguanas, é exigida a Guia de Trânsito Animal (GTA), expedida por veterinário habilitado pelo Ministério da Agricultura ou emitida pelo órgão executor da defesa sanitária nas unidades da federação. Este guia contém informações sobre a origem e destino do animal e outras informações como a exigência de vacina para algumas espécies. </span></p>
<p><span style="color: #000000;">* Para viagens internacionais, as regras são mais rígidas: para sair do Brasil, o animal precisa ter o Certificado Zoossanitário Internacional (CZI), expedido por um fiscal federal agropecuário, com formação em medicina veterinária e pertencente ao Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro), do Ministério da Agricultura, em 106 postos localizados em aeroportos, portos e em postos de fronteira. O documento é gratuito e fica pronto na hora, mas recomenda-se não deixar para solicitá-lo no dia da viagem, o ideal é fazê-lo no dia anterior, pois se a demanda estiver grande, pode demorar até 48 horas para ser liberado. </span></p>
<p><span style="color: #000000;">* Sem a documentação necessária, o animal está sujeito a apreensão e deportação ou sacrifício pelas autoridades sanitárias do destino. Rações e qualquer tipo de alimentação não podem ser transportados de um país para o outro, nem fechadas nem abertas, pois oferecem riscos sanitários à agropecuária local. </span></p>
<p><span style="color: #000000;">* Ao organizar sua viagem, é importante buscar o consulado ou embaixada do país de origem para conhecer as regras específicas do local. Alguns países considerados livres de raiva não aceitam animais do Brasil ou exigem que seja feita uma longa quarentena. A Austrália, por exemplo, não aceita cães e gatos oriundos do Brasil. Outros proíbem algumas raças, como a China, que não aceita cães das raças pit bull terrier ou fila brasileiro. Já no Reino Unido, o animal deve ficar em quarentena antes de ser liberado. </span></p>
<p><span style="color: #000000;">* No caso de espécies silvestres, é necessária autorização do Ibama para o trânsito. A consulta pode ser feita no site: <a href="http://www.ibama.gov.br/" target="_blank"><span style="color: #000000;">www.ibama.gov.br</span></a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Fonte: Globo Rural (acessado em 18/07/2011)</span></p>
<p>Deixe seu comentário abaixo e vamos compartilhar experiências.</p>
<p><span style="color: #000000;">Um forte abraço e até a próxima.</span></p>
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		<title>Regras e Regulamentos do Agility</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Mar 2012 02:32:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>meusfilhotes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cães]]></category>
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		<description><![CDATA[Regras e Regulamento do Agility &#8211; A PARTIR DE 01.01.2007 O Brasil estará adotando essas regras A PARTIR DE 01.10.2006 por Alessandro Pelletti foto: classroomclipart Disposições Gerais A Organização Cinológica Nacional (O.C.N) é convidada a promover a prática do Agility, definida pelas regras da F.C.I. II. Regulamento da F.C.I. Introdução O Agility é uma competição [...]]]></description>
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<tbody>
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<p><a rel="attachment wp-att-1842" href="http://www.meusfilhotes.com.br/piodermatite-serie-doencas-caninas/dog_pyoderma/"></a><a rel="attachment wp-att-1876" href="http://www.meusfilhotes.com.br/regras-e-regulamentos-do-agility/agility/"><img class="alignleft size-full wp-image-1876" title="agility" src="http://www.meusfilhotes.com.br/wp-content/uploads/2012/03/agility.jpg" alt="" width="300" height="265" /></a></p>
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<p style="text-align: justify;">Regras e Regulamento do Agility &#8211; A PARTIR DE 01.01.2007</p>
<p style="text-align: justify;">O Brasil estará adotando essas regras A PARTIR DE 01.10.2006<br />
por Alessandro Pelletti</p>
<p style="text-align: justify;">foto: classroomclipart</p>
<p style="text-align: justify;">Disposições Gerais</p>
<p style="text-align: justify;">A Organização Cinológica Nacional (O.C.N) é convidada a promover a prática do Agility, definida pelas regras da F.C.I.</p>
<p style="text-align: justify;">II. Regulamento da F.C.I.</p>
<p style="text-align: justify;">Introdução</p>
<p style="text-align: justify;">O Agility é uma competição aberta à participação de todos os cães.<br />
A idéia é fazer com que transponham diferentes obstáculos, buscando a melhoria de sua agilidade e inteligência. É uma atividade esportiva e educativa que pretende melhorar a integração dos cães dentro da sociedade. O esporte requer bom relacionamento entre o cão e o condutor, resultando em um bom entendimento entre eles. Os competidores, portanto, devem estar familiarizados com o treinamento de obediência básica.</p>
<p style="text-align: justify;">CATEGORIAS</p>
<p style="text-align: justify;">Existem 03 categorias:<br />
S ( small ) = Pequeno &#8211; para cães medindo menos 35 cm na cernelha<br />
M ( medium) = Médio &#8211; para cães medindo de 35 cm até menos de 43 cm na cernelha.<br />
L ( Large ) = Grande &#8211; para cães medindo de 43 cm na cernelha.</p>
<p style="text-align: justify;">Percursos</p>
<p style="text-align: justify;">O percurso é constituído de vários obstáculos, cujo posicionamento determina o grau de dificuldade e velocidade. O percurso deve ser completado pelo cão e seu condutor dentro do tempo pré-determinado e os obstáculos devem ser negociados na ordem correta.</p>
<p style="text-align: justify;">Geral</p>
<p style="text-align: justify;">• O perímetro requerido para a montagem de um percurso de Agility deve ser no mínimo de 30 x 40m. Dentro desta área um percurso de agility será construído com no mínimo 20 x 40. Quando dois percursos são utilizados, aconselha-se ter entre eles uma divisória ou uma distância de aproximadamente 10m.<br />
• O comprimento do percurso deverá estar sempre entre 100 á 200m e dependendo da categoria requererá que o cão transponha de 15 mas não mais de 20 obstáculos, sendo obrigatório o mínimo de 15 saltos( saltos, pneu, viaduto). Em uma competição padrão, o mínimo necessário será de 15 saltos.<br />
• O condutor tem que ter a possibilidade de passar por ambos os lados dos obstáculos.<br />
• Os obstáculos duplos terão uma largura máxima:</p>
<p style="text-align: justify;">Categoria Pequeno: 30 cm<br />
Categoria Médio: 40 cm<br />
Categoria Grande: 55 cm</p>
<p style="text-align: justify;">• A combinação de saltos (máximo de três obstáculos contando apenas como um) deverá ter a distância máxima entre eles de 4,5 metros e máximo de 05 metros, entre eles. Cada unidade será julgada separadamente, penalizando com falta ou refugo em cada um deles.<br />
• Os refugos obrigam a repetir o conjunto do combinado, do contrário acarretará em eliminação.<br />
• No caso do cão não abordar o elemento B e abordar o elemento C será marcado um refugo e to cão terá que reiniciar o conjunto a partir do Obstáculo A.<br />
• Não poderá em hipótese nenhuma fazer qualquer dos seus elementos em sentido contrário.<br />
• Essas combinações de saltos devem constituir de saltos com barra e só podem ser utilizados uma vez durante todo o percurso.<br />
• Tem de estar em linha reta com a trajetória ideal do cão a partir do obstáculos anterior.<br />
• A distância entre dois obstáculos consecutivos deverá variar de no mínimo 5 metros e no máximo de 7 metros.</p>
<p style="text-align: justify;">Desenho do percurso</p>
<p style="text-align: justify;">O desenho do percurso que deverá apresentar pelo menos duas mudanças de direção, ficará inteiramente a critério da imaginação do juiz.<br />
Antes do início das provas, ele inspecionará os obstáculos e após haver comprovado a conformidade, estabelecerá seu percurso e o entregará aos organizadores para a colocação dos obstáculos de acordo com o traçado definido.<br />
O juiz controlará sua instalação e fará com que sua distância seja medida com precisão. Um percurso bem elaborado permitirá ao cão evoluir com facilidade e sem tropeços. A finalidade é encontrar um perfeito equilíbrio de controle do cão, evitando faltas nos obstáculos e a rapidez na qual o percurso é negociado.<br />
Aconselha-se a modificar freqüentemente o traçado e a posição dos obstáculos para evitar a mecanização do cão.</p>
<p style="text-align: justify;">Progresso da Competição</p>
<p style="text-align: justify;">Não é permitido treinamento no percurso. Somente os condutores poderão fazer o reconhecimento do percurso sem os cães antes do início da prova.<br />
Antes de começar a competição o juiz reunirá os competidores, explicando a natureza da competição o tempo standard do percurso o tempo máximo do percurso determinados relembrará o regulamento oficial e os critérios da pontuação.</p>
<p style="text-align: justify;">Determinando o Tempo Standard do Percurso (T.S.P.)</p>
<p style="text-align: justify;">A velocidade em metros/segundos escolhida para o percurso irá determinar o TSP. A velocidade escolhida irá depender do nível da competição e o grau de dificuldade do percurso. O TSP (em segundos) será determinado dividindo o comprimento do percurso pela velocidade escolhida de evolução (em m/s).<br />
Exemplo:<br />
Para um percurso de 150m e uma velocidade escolhida de 2,5 m/s, o TSP será de 150/2,50= 60 segundos.</p>
<p style="text-align: justify;">Determinando o Tempo máximo do Percurso (T.M.P.)</p>
<p style="text-align: justify;">Em geral o juiz permitirá que o TMP seja o dobro do TSP. Para um TSP de 60 segundos, o TMP será de 120 segundos. Nunca poderá ser inferior à 1,5 vezes do TSP.</p>
<p style="text-align: justify;">Progresso da Prova</p>
<p style="text-align: justify;">O condutor deverá se apresentar no percurso , colocando seu cão em posição (EM PÉ, SENTADO ou DEITADO) atrás da linha de saída, em seguida desatará a guia e retirará a coleira (enforcador) cujo uso não é permitido por razões de segurança; e não poderá mais tocar no cão.O condutor não deverá conservar qualquer objeto nas mãos durante a prova. O condutor poderá se posicionar em qualquer parte do percurso.</p>
<p style="text-align: justify;">O juiz dará autorização para o inicio da prova, fazendo-o através do silvo do apito.</p>
<p style="text-align: justify;">Se um cão passar, sem fazer o primeiro obstáculo, será penalizado com um refugo e será iniciada a cronometragem manual do mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Dará o comando de saída ao seu cão conforme a ordem do Juiz, a cronometragem começará assim que o cão cruzar a linha de saída. Uma variedade de comandos e sinais são permitidos durante a prova.<br />
O condutor deverá assegurar-se que o cão transponha os obstáculos na ordem correta, sem tocar o cão e os obstáculos. Não é permitido ao condutor transpor os obstáculos.<br />
O final da prova e da cronometragem terminarão assim que o cão transpor a linha de chegada.</p>
<p style="text-align: justify;">Entende-se por linha de chegada, a distâncias entre os dois suportes da célula foto elétrica ou na falta destas, entre as duas asas laterais do salto.</p>
<p style="text-align: justify;">O condutor colocará o enforcador e a guia e deixará o percurso.</p>
<p style="text-align: justify;">Obstáculos</p>
<p style="text-align: justify;">Os obstáculos aprovados pela FCI são:</p>
<p style="text-align: justify;">Saltos &#8211; Viaduto ou muro &#8211; Mesa &#8211; Passarela &#8211; Gangorra &#8211; Rampa A &#8211; Slalom &#8211; Túnel Aberto &#8211; Túnel Fechado &#8211; Pneu &#8211; Salto em distância &#8211; .</p>
<p style="text-align: justify;">Em nenhuma circunstância os obstáculos devem apresentar perigo ao cão e devem estar dimensionados de acordo com as seguintes medidas.<br />
Por questões de segurança os suportes das barras tem de ser ajustáveis, não podendo ser permanente. Apenas poderá ter um por casa asa.</p>
<p style="text-align: justify;">Saltos</p>
<p style="text-align: justify;">Simples:</p>
<p style="text-align: justify;">Altura &#8211; Grande: 55 à 65 cm &#8211; Médio: 35 à 45 cm. &#8211; Pequeno: 25 a 35 cm.<br />
Largura mínima: 1,20m.<br />
Os saltos podem ser construídos de diferentes maneiras (barras, placas maciças ou com vassouras) sendo que as barras devem ser removíveis. Barras metálicas e de plástico são desaconselháveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Duplos:</p>
<p style="text-align: justify;">Dois saltos simples colocados juntos para formar o salto duplo (somente saltos com barras). As barras serão colocadas em uma ordem ascendente com uma diferença de altura de 15 à 25 cm. A barra mais alta deverá ser colocada na parte posterior.</p>
<p style="text-align: justify;">- 55 à 65 cm para a categoria Grande</p>
<p style="text-align: justify;">• 35 à 45 cm para a categoria Médio<br />
• 25 à 35 cm para categoria Pequena</p>
<p style="text-align: justify;">A largura total não deverá exceder:<br />
- 55 cm para a categoria Grande</p>
<p style="text-align: justify;">• 40 cm para a categoria Médio<br />
• 30 cm para a categoria Pequena</p>
<p style="text-align: justify;">Muro / Viaduto</p>
<p style="text-align: justify;">Altura: Grande: 55 à 65 cm / Médio: 35 à 45 cm. / Pequeno: 25 à 35 cm.<br />
Largura mínima: 120 cm. Espessura: 20 cm..<br />
Consiste num painel liso com uma ou duas aberturas em forma de túnel, com módulos removíveis no alto no formato de Telhas.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesa</p>
<p style="text-align: justify;">Área: 0,90 x 0,90m mínimo &#8211; 1,20 x 1,20m máximo<br />
Altura: &#8211; Standard: 60 cm<br />
Mini e Médio : 35 cm<br />
A mesa deverá ser estável com uma superfície antiderrapante.<br />
Um dispositivo eletrônico ( auditivo para sinalizar os 05 segundos) pode ser acoplado na superfície da mesa, exceto à 10 cm de largura em volta da borda da mesa.</p>
<p style="text-align: justify;">Passarela</p>
<p style="text-align: justify;">Altura: 1,20m mínimo &#8211; 1,35 m máximo<br />
As pranchas deverão ter no mínimo 3,60m e no máximo 4,20m de comprimento.<br />
Deverão ter 30 cm.<br />
As pranchas de subida e descida deverão ter barretes antiderrapante com intervalos regulares (a cada 25 cm) para evitar escorregões e facilitar o acesso, não deverá ser colocado a menos de 10 cm do começo das zonas de contato.Esses barretes deverão ter 20 mm de largura e entre 05 a 10 mm de espessuras e não poderão ter qualquer ponta cortante. As partes inferiores e laterais deverão ser pintadas com cor diferente a uma distância de 90 cm em relação ao solo, indicando assim as zonas de contato.</p>
<p style="text-align: justify;">Gangorra</p>
<p style="text-align: justify;">O comprimento da prancha deverá ser de no mínimo 3,65 m e no máximo de 4,25 m.<br />
A largura mínima de 30 cm.<br />
Altura do eixo central em relação ao solo: 1/6 da extensão da prancha.<br />
Exemplos: C: 3,65 m = A: 60 cm.<br />
C: 4,25 m = A: 70 cm.<br />
Zonas de Contato: idênticas a Passarela.<br />
Esse obstáculo deve ser estável e a prancha antiderrapante, porem sem barretes.<br />
A gangorra deverá ser ajustada propriamente para o balanço ( não deverá cair muito rápido ou muito devagar). E permitir que os cães façam o balanço sem problemas.</p>
<p style="text-align: justify;">Verificação: A Gangorra deverá descer entre 02 a 03 segundos quando um peso de 01 kilo é colocado entre o meio e o final da prancha. Se isso não acontecer serão necessários ajustes.</p>
<p style="text-align: justify;">Rampa A</p>
<p style="text-align: justify;">Duas rampas que formam um &#8220;A&#8221;.<br />
Largura de 90 cm mínimo no topo, aumentando a base para 1,15m.<br />
A altura deverá ser:<br />
GRANDES, MÉDIOS e PEQUENOS: a rampa deverá ser aberta com 1,70 m, com um angulo de 101,5º<br />
Cada rampa deverá ter barretes antiderrapantes, com intervalos regulares (a cada 25 cm) para evitar escorregões e facilitar a acessão. Os barretes não deverão ser colocados a menos de 10 cm das zonas de contato. Esses barretes deverão ter 20 mm de largura e entre 05 a 10 mm de espessuras e não poderão ter qualquer ponta cortante<br />
As partes inferiores e laterais deverão ser pintadas com cores diferentes em uma extensão de 1,06 m em relação ao solo, indicando assim as zonas de contato.<br />
O topo da rampa não deverá apresentar nenhum perigo ao cão, se necessário poderá ser colocado uma proteção de borracha.</p>
<p style="text-align: justify;">Slalom</p>
<p style="text-align: justify;">Números de estacas: 12 com uma altura mínima de 1 m a 1.20 m.<br />
As estacas são rígidas e devem ter um diâmetro de 3 a 5 cm.<br />
As estacas deverão ter um intervalo de no mínimo 60 cm distância.<br />
Túnel Aberto</p>
<p style="text-align: justify;">Diâmetro: 60 cm. Comprimento: de 03 à 6,0 m.<br />
Flexível que permitirá formar uma ou mais curvas.</p>
<p style="text-align: justify;">Túnel Fechado</p>
<p style="text-align: justify;">Deverá ter uma entrada em arco rígido com 90 cm de extensão. Altura de 60 cm. Largura 60 à 65 cm.<br />
Na saída um tecido de 2,5 à 3,5 m de extensão. Diâmetro: 60 à 65 cm.<br />
Se na saída o pano pode ser fixado no chão, não deverá ultrapassar mais de 50 cm, para permitir que os cães GRANDES saiam com sucesso.<br />
O contorno da entrada tem de estar coberta para não oferecer qualquer risco para o animal.</p>
<p style="text-align: justify;">Pneu</p>
<p style="text-align: justify;">Diâmetro da abertura: 38 cm mínimo, 60 cm máximo.<br />
Centro da abertura em relação ao solo:<br />
GRANDES : 80 cm MÉDIOS E PEQUENOS: 55 cm.<br />
A parte inferior interna do pneu deverá ser protegida por razões de segurança. A altura do pneu será ajustável mediante um sistema de correntes ou cabos. Os pneus fixos nas armações não serão permitidos.<br />
A base do pneu deverá ter no mínimo 02 metros de comprimento ( 01 metro de cada lado do obstáculo )<br />
Salto em Distância<br />
Formado por 2 à 5 elementos.<br />
Categoria GRANDE: 1,20 à 1,50 ( 4 à 5 unidades)<br />
Categoria MÉDIO: 70 à 90 cm ( 3 a 4 unidades )<br />
Categoria PEQUENA: 40 à 50 cm ( 02 unidades )<br />
Comprimento do salto: 1,20 m<br />
Altura do elemento mais alto: 28 cm.<br />
Altura do elemento mais baixo: 15 cm.<br />
Largura de cada elemento: 15 cm ligeiramente inclinado.<br />
Os quatro cantos deverão ser sinalizados por estacas de aproximadamente 1,20 m de altura( não fixados ao obstáculo) e com proteção na parte superior para proteger o cão ou condutor se for necessário.<br />
Largada / Chegada<br />
As linhas de Saída e Chegada deverão ser colocadas no máximo à 01 m do primeiro e último obstáculo.<br />
Além disso deverão ter 50 cm entre a esquerda e direita do obstáculo.<br />
Deverá haver um espaço suficiente ( no mínimo 06 metros) para o cão iniciar e terminar o percurso.</p>
<p style="text-align: justify;">JULGAMENTO</p>
<p style="text-align: justify;">Todas as decisões do juiz são inapeláveis</p>
<p style="text-align: justify;">Generalidades</p>
<p style="text-align: justify;">O objetivo é fazer com que o cão ultrapasse o conjunto de obstáculos na ordem indicada, sem cometer faltas, dentro do TSP.<br />
Entretanto o TSP é somente um índice de referência, em nenhum caso a velocidade deve ser considerada como principal critério. Agility não é uma prova de velocidade, e sim de habilidade.<br />
Em caso de empate, o cão com menos faltas no percurso deverá ser favorecido. O tempo somente será levado em consideração quando o total de faltas são idênticos.<br />
Se por casualidade dois cães estiverem empatados nas faltas e no tempo, o Juiz poderá pedir um percurso suplementar para desempatar os competidores.</p>
<p style="text-align: justify;">Penalidades</p>
<p style="text-align: justify;">Serão aplicadas dois tipos de penalidades:<br />
- Penalidades por faltas no percurso<br />
- Penalidades por ultrapassagem do TSP</p>
<p style="text-align: justify;">Penalidades</p>
<p style="text-align: justify;">Ultrapassando o TSP = 1 ponto por segundo ultrapassado</p>
<p style="text-align: justify;">Faltas de ordem geral:</p>
<p style="text-align: justify;">• O condutor não deverá passar entre as estacas de largada e chegada. Caso o faça será penalizado em 05 pontos, além disso a cronometragem será acionada no momento de sua passagem pela linha de saída.<br />
• O Slalolm deve ser realizado completamente antes de abordar o próximo obstáculo.<br />
• Cão e condutor não serão penalizados com falta quando tocarem ou derrubarem os postes de marcação do salto em distância, mesmo que este ao cair derrube um ou mais elementos.<br />
Exceção para o caso do refugo em que ao derrubar o poste e este derrubar um ou mais elementos, neste caso será destruição do obstáculo e acarretará em eliminação.<br />
• O condutor que não obtenha vantagem ao tocar no seu cão durante o percurso, será penalizado com 01 falta.( 05 pontos ).<br />
• O condutor que obtenha vantagem ao tocar no seu cão durante o percurso, será penalizado com a DESCLASSIFICAÇÃO. toca deliberadamente em um dos obstáculos: 05 pontos a cada vez.<br />
• O condutor que toque um obstáculo será penalizado com uma falta ( 05 pontos ).<br />
• O condutor que invada ou destrua um obstáculo será penalizado com a DESCLASSIFICAÇÃO.</p>
<p style="text-align: justify;">Faltas nos Obstáculos</p>
<p style="text-align: justify;">Todas as faltas são penalizadas em cinco pontos (05).</p>
<p style="text-align: justify;">Quedas</p>
<p style="text-align: justify;">Constitui uma falta cada vez que qualquer parte do obstáculo é derrubada, até que o cão passa pelo próximo obstáculo.</p>
<p style="text-align: justify;">Refugos</p>
<p style="text-align: justify;">Será penalizado com um refugo o cão que pare em frente de um obstáculo ou que pare no percurso.<br />
O cão que desvia pela lateral para evitar um obstáculo, pule entre a armação e o pneu, ande sobre o obstáculo de salto em distância, colocar uma pata ou a cabeça em qualquer túnel e saía novamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Zonas de Contato Obrigatórias</p>
<p style="text-align: justify;">Na Rampa A, Passarela e Gangorra, o cão deverá tocar obrigatoriamente a área de contato com uma das patas tanto na subida como na descida. Penalidade: 05 pontos cada vez.<br />
Refugos devem ser corrigidos, do contrário resultará em eliminação.<br />
O mesmo aplica-se para o Slalom, onde erros devem ser corrigidos imediatamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Outras Faltas:</p>
<p style="text-align: justify;">Quedas de obstáculos e não tocar as zonas de contato, o cão será penalizado, mas continuará o percurso.</p>
<p style="text-align: justify;">Faltas Específicas nos Obstáculos</p>
<p style="text-align: justify;">Mesa</p>
<p style="text-align: justify;">Haverá uma pausa de 05 segundos na mesa em qualquer posição que o condutor desejar ( em pé, sentado ou deitado) que pode ser mudada enquanto espera.<br />
A contagem será iniciada assim que o cão sobe na mesa.<br />
Se o cão abandonar a mesa antes de terminar os 05 segundos ou antes da autorização do Juiz, será penalizado em 05 pontos, e deverá retornar á mesa para REINICIO DA CONTAGEM. Caso não volte á mesa será eliminado.<br />
O cão pode subir na mesa por três lados A, B e C. Se o cão passar pela mesa e subir pelo lado D, será penalizado com um refugo (5p), mas não será eliminado por ter feito o obstáculo pelo lado errado.<br />
Se o cão escorrega da mesa , será penalizado em 05 pontos, e terá que voltar a mesa por qualquer lado quando a contagem reiniciará.</p>
<p style="text-align: justify;">O cão que passar por debaixo da mesa será penalizado com um refugo (5p).<br />
O condutor que aciona a contagem eletrônica será eliminado.</p>
<p style="text-align: justify;">Passarela</p>
<p style="text-align: justify;">O cão que saltar do obstáculo antes de haver tocado com as quatro patas a parte descendente será penalizado com um refugo (05 pontos).<br />
Se o cão regressar ou parar, sem descer do obstáculo, deve ser considerada apenas a perda de tempo. Se descer do obstáculo pela entrada do mesmo será penalizado com um refugo, devendo retornar e abordá-lo corretamente</p>
<p style="text-align: justify;">Gangorra</p>
<p style="text-align: justify;">O cão que saltar do obstáculo antes de haver ultrapassado o eixo da gangorra será penalizado com um refugo (05 pontos). A Gangorra deverá tocar o solo antes que o cão deixe o obstáculo, senão será penalizado em 05 pontos.<br />
Supondo-se que o cão tenha passado com as quatro patas o eixo central do obstáculo e que salte antes da prancha tocar o piso e sem tocar na zona de contato, deverá ser penalizado com duas faltas.</p>
<p style="text-align: justify;">Rampa A</p>
<p style="text-align: justify;">O cão que saltar do obstáculo antes de haver tocado com as quatro patas a rampa descendente, será penalizado com um refugo: 05 pontos.</p>
<p style="text-align: justify;">Slalom</p>
<p style="text-align: justify;">A primeira estaca deverá estar a esquerda do cão, a segunda a direita e assim por diante.<br />
Cada entrada incorreta será penalizada com um refugo (05 pontos). Os demais erros, o cão deverá ser penalizado com uma única falta (05 pontos). Todas as faltas no Slalom deverão ser corrigidas imediatamente.<br />
Voltar fazendo ao contrário mais de DUAS estacas resultará em eliminação.<br />
O obstáculo deve ser completado corretamente, caso não seja e o próximo obstáculo é abordado o cão será desclassificado.</p>
<p style="text-align: justify;">Se o cão sair em qualquer porta não completando corretamente o obstáculo, o condutor tem 03 ( Três ) alternativas:</p>
<p style="text-align: justify;">1&gt; Reiniciar o obstáculo.<br />
2&gt; Fazer o cão entrar na porta onde saiu e completar o obstáculo.<br />
3&gt; Entrar em uma porta anterior ao local onde saiu e completar o obstáculo, devendo o juiz ter atenção à saída do cão pela porta correta. Em caso de saida incorreta do cão o condutor poderá corrigir o cão na última porta.</p>
<p style="text-align: justify;">Salto em Distância</p>
<p style="text-align: justify;">O obstáculo é armado e espaçado em uma ordem ascendente para formar um salto entre 0,40 cm a 1,50 de comprimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Pequenos: 40 à 50 cm ( 02 unidades)<br />
Médios: 70 à 90 cm ( 03 à 04 unidades )<br />
Grandes: 1,20 à 1,50 ( 04 à 05 unidades )</p>
<p style="text-align: justify;">Andar através do obstáculo, passar pelo obstáculo sem aborda-lo e saltar pelos lados não atravessando completando o salto será considerado um refugo, com penalização de 05 pontos.<br />
Apoiando ou Derrubando um dos elementos ou colocar uma pata entre eles será penalizado com uma falta &#8211; 05 pontos.<br />
O cão que colocar uma das patas entre os elementos do salto em distância, será penalizado com uma falta.<br />
Contatos casuais não serão penalizados.</p>
<p style="text-align: justify;">Terão de estar em linha reta com a trajetória ideal do cão a partir do obstáculo anterior<br />
Combinações de dois ou três saltos</p>
<p style="text-align: justify;">Cada elemento que compõe a combinação será julgado independente. Os refugos ou quedas se somam em cada obstáculo. Em caso de refugo em um obstáculo, o cão deverá reiniciar a totalidade da combinação. Caso contrário será eliminado.</p>
<p style="text-align: justify;">O saltos só poderão ser posicionados em linha reta e terão de estar em linha reta com a trajetória ideal do cão a partir do obstáculo anterior.</p>
<p style="text-align: justify;">• A combinação de saltos (máximo de três obstáculos contando apenas como um) deverá ter a distância máxima entre eles de 4,5 metros e máximo de 05 metros, entre eles. Cada unidade será julgada separadamente, penalizando com falta ou refugo em cada um deles.<br />
• No caso do cão não abordar o elemento B e abordar o elemento C será marcado um refugo e to cão terá que reiniciar o conjunto a partir do Obstáculo A.<br />
• Não poderá em hipótese nenhuma fazer qualquer dos seus elementos em sentido contrário.<br />
Saltos combinados só poderão ser negociados uma vez durante o percurso.</p>
<p style="text-align: justify;">Túnel Rígido( ABERTO )</p>
<p style="text-align: justify;">Não poderá ser colocado abaixo da rampa A ou da passarela de forma transversal, por razões de segurança para o condutor. É permitido que seja colocado de forma longitudinal, no máximo provocando um ligeiro desvio do condutor. Se o túnel rígido for o obstáculo seguinte e o cão, em lugar de entrar no obstáculo, saltá-lo, será penalizado com um refugo e não com<br />
eliminação.</p>
<p style="text-align: justify;">Pneu, Muro e Viaduto</p>
<p style="text-align: justify;">Não se considerará falta roçar o elemento durante o salto, salvo se o cão realizar &#8220;banking&#8221;, ou seja, se apoiar com as patas para impulsionar o corpo.</p>
<p style="text-align: justify;">Saltos Duplos</p>
<p style="text-align: justify;">Trata-se de duas barras simples que devem ser ultrapassadas de um único salto. O cão será penalizado com uma falta se uma ou as duas das barras caírem.</p>
<p style="text-align: justify;">Eliminações</p>
<p style="text-align: justify;">• Comportamento impróprio com o Juiz.<br />
• Brutalidade com o cão.<br />
• Ultrapassagem do TMP.<br />
• Três refugos no percurso.<br />
• Ordem incorreta dos obstáculos.<br />
• Não execução de um obstáculo.<br />
• Abordar um obstáculo no sentido oposto.<br />
• Condutor ultrapassar um obstáculo.<br />
• Condutor aciona o dispositivo eletrônico da mesa ( se está sendo utilizado)<br />
• Condutor tem um objeto na mão.<br />
• Recolocar o cão na linha de saída depois de tê-la cruzada (exceto por ordem do Juiz).<br />
• Cão utilizando de enforcador.<br />
• Parar o cão no percurso (exceto por ordem do Juiz).<br />
• O cão sujar o percurso, abandonar o percurso ou não estar mais sob controle do condutor.<br />
• Cão ou condutor que destruam ou invadam um obstáculo.<br />
• Cão que mordisca o condutor várias vezes.</p>
<p style="text-align: justify;">Eliminação acarreta a desqualificação e saída imediata do condutor e seu cão. As eliminações deverão ser assinaladas claramente (apito, etc.) pelo Juiz. Todos os casos não previstos serão decididos pelo Juiz, que deverá ser consistente.</p>
<p style="text-align: justify;">Caso de Força Maior</p>
<p style="text-align: justify;">1) Por razões independente da vontade do condutor, como a queda de obstáculos, enrolar do tecido do túnel, etc. o Juiz poderá interromper o percurso e a cronometragem. Quando o obstáculo tiver sido reconstruído, o Juiz recomeçará a cronometragem pedirá para que o condutor continue o percurso de onde parou. Todas as penalidades dadas antes do momento da parada serão mantidas.</p>
<p style="text-align: justify;">2) À dupla é concedida uma nova largada, sendo que as faltas ou refugos cometidos até o momento da interrupção são mantidas e a dupla pode ser eliminada ou cometer faltas por acontecimentos posteriores ao obstáculo em que se deu a interrupção, No entanto terá de realizar a prova pela ordem e corretamente os obstáculos.<br />
As penalizações anteriores impostas serão mantidas.</p>
<p style="text-align: justify;">Certificados / Qualificações</p>
<p style="text-align: justify;">Nas provas de Agility são dadas as seguintes qualificações:</p>
<p style="text-align: justify;">00 à 05,99 pontos de penalidade total &gt; Excelente<br />
06 à 15,99 pontos de penalidade total &gt; Muito Bom<br />
16 à 25,99 pontos de penalidade total &gt; Bom<br />
acima de 26 pontos &gt; Sem qualificação</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Penalidade Total&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Significa todas as faltas ocorridas nos obstáculos + as faltas por exceder o TSP.</p>
<p style="text-align: justify;">O Certificado Agility FCI será concedido aos cães que obtiveram 03 qualificações Excelentes ZERADOS ( SEM NENHUMA FALTA DE PERCURSO OU TEMPO) sob julgamento de dois juizes diferentes na competição Agility 1.</p>
<p style="text-align: justify;">Resultados</p>
<p style="text-align: justify;">A classificação será computada da seguinte maneira:<br />
* Penalidade no percurso + penalidade de tempo<br />
* Em caso de igualdade no total das penalidades, será classificado em primeiro o cão que tiver o menor número de faltas no percurso.<br />
* Em caso de igualdade da penalidade total e penalidade de percurso, o cão mais rápido será colocado em primeiro.<br />
exemplo: TSP: 60 segundos:</p>
<p style="text-align: justify;">Organizando uma Competição</p>
<p style="text-align: justify;">Clubes querendo organizar uma competição de Agility deverão ter:</p>
<p style="text-align: justify;">• Área de 20 x 40 m, no mínimo. A superfície não poderá apresentar perigo para os cães e condutores (sem vidros quebrados, pregos, etc.).<br />
• Um Juiz aprovado pelo seu próprio Kenel Clube e da FCI devidamente qualificado ou estagiário.<br />
• Provisionar um número suficiente de atendentes necessários para que a competição tenha um desenrolar tranqüilo como segue:</p>
<p style="text-align: justify;">01 Auxiliar para anotar as faltas sinalizadas pelo Juiz, para que ele não precise tirar os olhos do cão.<br />
02 Cronometristas responsáveis pela cronometragem do cão (01 oficial &#8211; 01 stand by).<br />
02 ajudantes de equipamentos encarregados de remontar os obstáculos e arrumar o tecido do túnel.<br />
02 Secretários no mínimo encarregados dos resultados e preenchimento da carteira de resultados e resultados das colocações.<br />
01 auxiliar para pré-pista para mostrar ao competidores a entrada e saída do percurso.<br />
Ter um time de seis pessoas disponíveis para construir o percurso de acordo com a instrução do Juiz.<br />
Idoneidade para inscrição na competição</p>
<p style="text-align: justify;">• Provas de Agility oficiais reconhecidas pela F.C.I.</p>
<p style="text-align: justify;">Com atribuição de certificado de Agility F.C.I., elas também dão a chance de classificar para as competições nacionais e para o campeonato Mundial de Agility da F.C.I. Todas as raças acima de 18 meses de idade e com pedigree reconhecido pela F.C.I..<br />
Os competidores deverão possuir o livro de resultados reconhecido pela FEDERAÇÃO na qual os resultados das competições serão marcados.</p>
<p style="text-align: justify;">• Provas de Agility não-oficiais</p>
<p style="text-align: justify;">Todos os cães acima de 18 meses com ou sem pedigree, entretanto deverão ser tatuados e sócios de um clube pertencente à Federação, afiliado à F.C.I.</p>
<p style="text-align: justify;">• Não serão aceitos para competição</p>
<p style="text-align: justify;">Cadelas em gestação, cadelas no cio, cães aparentemente doentes ou machucados.<br />
Cães vindo ou indo para uma região infectada com raiva deverão ter carteira de vacinação atualizada.<br />
Os condutores devem pertencer à uma entidade filiada à FEDERAÇÃO / F.C.I. e ser competidores em seu próprio país.<br />
Todos os competidores deverão estar adequadamente vestidos.<br />
Condutores ásperos serão punidos com eliminação, independentes de qualquer reclamação ou alegação que possa ser apresentada.<br />
O clube organizador tem o direito de recusar qualquer inscrição.</p>
<p style="text-align: justify;">Provas, Categorias e Classes</p>
<p style="text-align: justify;">Dois tipos de provas são organizadas:<br />
1. Provas de Agility oficial reconhecida pela F.C.I.<br />
1. Provas de Agility não oficiais</p>
<p style="text-align: justify;">Categorias</p>
<p style="text-align: justify;">Existem TRÊS categorias:<br />
1. Categoria GRANDE<br />
2. Categoria Médio<br />
3. Categoria Pequena.</p>
<p style="text-align: justify;">Nota:</p>
<p style="text-align: justify;">Cães só podem competir em uma categoria. É recomendado que as alturas dos cães competindo nas Categorias Pequenas e Médios sejam registradas na carteira de resultados. Um juiz de beleza aprovado pela FCI ou um juiz de agility pode medir os cães.<br />
Provas de Agility reconhecidas pela F.C.I.<br />
Aberta somente aos cães com pedigree, reconhecido pela F.C.I., acima de 18 meses de idade e em posse do livro de resultado ou licença emitida por sua FEDERAÇÃO.</p>
<p style="text-align: justify;">Existem 02 classes oficiais:</p>
<p style="text-align: justify;">Agility &#8211; incluindo os obstáculos de zona de contato e a mesa.<br />
Jumping &#8211; excluindo os obstáculos de zona de contato e a mesa, a menos que essa seja utilizada no inicio da competição e não é considerada como um obstáculo.<br />
Estas provas estão divididas em três níveis:<br />
• Agility / Jumping 1- aberta apenas aos cães que não obtiveram o certificado de Agility.<br />
• Agility / Jumping 2 &#8211; aberta apenas aos cães que já obtiveram o certificado de Agility.<br />
• Agility / Jumping 3 -aberta apenas aos cães três vezes colocado ZERADOS entre os três melhores cães nas provas de Agility2<br />
• Rebaixamentos é permitido, de acordo com as regulamentações de cada Confederação.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando construindo o percurso, o Juiz deverá usar sua iniciativa própria e os obstáculos aprovados pela F.C.I.</p>
<p style="text-align: justify;">Notas<br />
Um percurso de Agility 1 terá o máximo de três obstáculos de zona de contato e não poderá conter salto combinado e o salto duplo.<br />
O máximo de quatro obstáculos de zona de contato serão utilizados no percurso do Agility 2 e Agility 03 ( a discrição do juiz )<br />
O slalom e saltos combinados só poderão ser negociado uma vez na prova.<br />
Obstáculos com zona de contato não poderão estar posicionados em primeiro ou último lugar no percurso.<br />
O pneu e o salto em distância deverão sempre estar posicionados em linha reta em relação a trajetória ideal do cão ao obstáculo anterior.<br />
O primeiro obstáculo tem de ser salto simples de barra, nunca fazendo parte do combinado.<br />
O último salto deverá ser salto simples ou duplo de barra, nunca fazendo parte do combinado.<br />
A diferença entre Agility 1, Agility 2 e Agility 3 deverá ser:</p>
<p style="text-align: justify;">• a extensão do percurso e o seu grau de dificuldade<br />
• a velocidade escolhida para determinar o T.S.P.</p>
<p style="text-align: justify;">REGRAS</p>
<p style="text-align: justify;">Tudo o que foi mencionado acima aplica-se para as categorias P, M e G, exceto que os obstáculos devem ir ao encontro das especificações definidas para o Pequenos e Médios-.<br />
Os resultados das provas oficiais serão registrados nas carteiras de resultados que permitirão a participação nos campeonatos nacionais e até nos campeonatos mundiais.</p>
<p style="text-align: justify;">Provas Não-Oficiais</p>
<p style="text-align: justify;">Deixadas a critério de cada país, devem estar conforme aos ideais do Agility e garantir a segurança dos cães e seus condutores.<br />
Em sua palestra o Juiz deverá explicar as regras antes do início da competição.<br />
A categoria Standard pode ser aplicada ou pode variar de acordo com a competição que estiver sendo organizada.<br />
O número de provas não-oficiais é determinada pelo clube organizador e dependerá do número de inscrições e do tempo disponível.</p>
<p style="text-align: justify;">F.C.I. AGILITY &#8211; CAMPEONATO MUNDIAL</p>
<p style="text-align: justify;">Organização</p>
<p style="text-align: justify;">O campeonato Mundial de Agility é organizado anualmente. O vencedor será chamado de Campeão Mundial de Agility. Qualquer FEDERAÇÃO que queira organizar o campeonato Mundial de Agility deve se inscrever com dois anos de antecedência. As inscrições devem ser enviadas ao Presidente da Comissão de Agility da F.C.I. e deverá incluir os seguintes itens:</p>
<p style="text-align: justify;">• Nome da FEDERAÇÃO<br />
• Data planejada e local<br />
• Nome e endereço da pessoa organizadora da competição<br />
• Descrição da área e instalações destinadas ao evento , bem como, equipamentos disponíveis, que devem estar de acordo com as especificações de um Campeonato Mundial de Agility.</p>
<p style="text-align: justify;">O Campeonato Mundial de Agility é um evento no qual os melhores condutores, membros da F.C.I. participam. O país organizador deverá dar a esse evento o prestígio de um Campeonato Mundial. O dono da casa fornecerá todo equipamento necessário. É responsável pela recepção de todos os competidores convidados. Visando criar todo o clima comum a um Campeonato, um orador deverá falar sobre o evento.<br />
A mídia (imprensa, rádio, TV. etc.) deve ser contratada, assegurando uma divulgação adequada para atrair um grande numero de espectadores, promovendo o Agility e cães com pedigree.<br />
A FEDERAÇÃO organizadora é a única responsável perante a FCI pelo bom andamento das provas e deverá tomar todas as medidas necessárias para que o evento corra na mais perfeita ordem.<br />
Pelo menos 06 meses antes do evento, a FEDERAÇÃO organizadora deverá convidar outras organizações para a competição, que precisarão estar cientes da data máxima para as inscrições, do número máximo de inscrições e das exigências quanto aos uniformes das equipes participantes para melhor identificação das equipes.<br />
A comissão de Agility da F.C.I. nomeará um representante que assegurará que todas as especificações exigidas para um Campeonato Mundial sejam seguidas e respeitadas e que as regras do Agility da FCI definidas sejam aplicadas. Ele atuará como um representante da Comissão de Agility da FCI e a FEDERAÇÃO organizadora deverá entregar um programa dos eventos planejados.</p>
<p style="text-align: justify;">Provas</p>
<p style="text-align: justify;">As provas serão julgadas de acordo com as regras e regulamento da FCI.<br />
Devem ocupar uma área de 30 x 40 m, com dois juizes (um deles sendo do país organizador).<br />
O Campeonato Mundial de Agility consiste de:</p>
<p style="text-align: justify;">a) 02 Provas individuais</p>
<p style="text-align: justify;">• 1 Percurso de Agility abrangendo zonas de contato e se a mesa for utilizada deverá ter um dispositivo eletrônico para a contagem .<br />
• 1 Percurso de Jumping, sem qualquer obstáculo com zonas de contato e nem a mesa, a menos que esse último esteja localizado na saída, nesse caso não será considerado um obstáculo.<br />
O percurso compreenderá os obstáculos aprovados. Os dois resultados somados determinarão o vencedor, ele será considerado como Campeão Mundial de Agility. Em caso de empate (para o primeiro lugar apenas) o Juiz determinará um terceiro percurso.</p>
<p style="text-align: justify;">b) 02 Provas de times</p>
<p style="text-align: justify;">• 1 Percurso de Agility abrangendo zonas de contato e se a mesa for utilizada deverá ter um dispositivo eletrônico para a contagem .<br />
• 1 Percurso de Jumping, sem qualquer obstáculo com zonas de contato e nem a mesa, a menos que esse último esteja localizado na saída, nesse caso não será considerado um obstáculo.<br />
Cada país participante poderá inscrever somente 01 time, constituído de 03 cães no máximo por categoria (o cão somente poderá participar de uma única equipe).<br />
O percurso deverá ser montado com os obstáculos aprovados.<br />
O resultado dos 02 melhores cães dos times é somado nos dois percursos e levado em consideração para determinar o vencedor que será chamado de: Campeão Mundial de Agility por Times.</p>
<p style="text-align: justify;">CÃO TESTE ( CÃO BRANCO )</p>
<p style="text-align: justify;">Antes do inicio da competição e após determinado o TSP, um &#8220;cão de teste&#8221;- que não faz parte da competição, terá que percorrer o percurso. Isso deverá ocorrer para todas as categorias.<br />
Aplicações<br />
Para o campeonato Mundial de Agility cada Federação afiliada à FCI ( ou aqueles com boa relacionamento ) poderá selecionar e inscrever :<br />
• Provas Individuais: 09 cães, GRANDES, MÉDIOS E PEQUENOS.<br />
• Provas por Times: 01 time formado por 03 cães (máximo) por categoria</p>
<p style="text-align: justify;">Nota</p>
<p style="text-align: justify;">Os vencedores das provas individuais (G, M E P ) do último campeonato mundial realizado serão automaticamente selecionados para participarem afim de colocarem seus títulos em jogo. Esses cães simplesmente se somarão ao número de cães autorizados à competirem por seus países.<br />
Afim de se qualificarem, os cães deverão ter o pedigree reconhecido pela FCI e obtido EXCELENTE ou MUITO BOM 02 em uma prova oficial do AGILITY 02 ou uma prova não oficial do AGILITY 03. Outros critérios de seleção podem ser considerados pela FEDERAÇÃO.<br />
As FEDERAÇÕES deverão enviar formulários de inscrição, os quais tem de estar previamente assinados por elas para o comitê organizador antes do encerramento do prazo, eles também nomearão um capitão do time, que será o único responsável perante o comitê organizador.</p>
<p style="text-align: justify;">OBSTÁCULOS A SEREM UTILIZADOS</p>
<p style="text-align: justify;">02 jogos completos, ambos aprovados e consistindo de:<br />
10 saltos com varas ( 01 vassoura, um salto com painel cheio, e um salto tipo portão é permitido) 01 pneu, 01 viaduto ou parede, 01 passarela, 01 Rampa A, 01 Gangorra, 01 Slalom, 01 mesa com dispositivo eletrônico, 01 salto em distância, 01 túnel aberto e 01 túnel fechado.</p>
<p style="text-align: justify;">Controle Veterinário</p>
<p style="text-align: justify;">Todos os cães serão submetidos a um controle veterinário antes do início das competições e o certificado de vacinação contra raiva será checado. Cães vindo ou indo à regiões infectadas com raiva, terão que ter a vacina válida.<br />
Cadelas gestantes ou cães aparentemente doentes não poderão participar.<br />
Cadelas no cio somente poderão competir, prevalecendo que sejam mantidas afastados e que participem por último.</p>
<p style="text-align: justify;">Caderneta de Resultados</p>
<p style="text-align: justify;">Cada cão deverá possuir uma caderneta de resultados, que será entregue ao comitê organizador antes do início das competições.</p>
<p style="text-align: justify;">Juizes</p>
<p style="text-align: justify;">A comissão de Agility da FCI nomeará 02 juizes qualificados, um deles vindo de um país diferente. Se necessário o comitê organizador providenciará um intérprete para o juiz estrangeiro.<br />
Não é permitido ao juiz julgar qualquer membro imediato de sua família, como esposa(marido) companheiro(a) pai, mãe, filha, filho, ou qualquer outro residente no mesmo lar.<br />
As despesas dos juizes estão definidas nas especificações do Campeonato Mundial de Agility.</p>
<p style="text-align: justify;">Premiação</p>
<p style="text-align: justify;">Em consideração ao Agility Internacional, é recomendado que cada país participante contribua com o sucesso do Campeonato Mundial de Agility, colocando prêmios especiais ou extras à disposição do comitê organizador.<br />
O comitê organizador concorda em acatar e obedecer estas regras e agir de conformidade com as especificações descritas, além das tarefas de organizar os eventos e do equipamento necessário para tal.</p>
<p style="text-align: justify;">Alessandro Pelletti<br />
Diretor de Adestramento e Cursos.<br />
Currículo perto de 2.000 cães já treinados.<br />
Ministra cursos para formação de adestradores desde 1997.<br />
Canil Dog Master</p>
<p>http://www.dogmasterbrasil.com.br/</p>
<p style="text-align: justify;">
<p>* este artigo pode ser publicado livremente em Revistas, Jornais, Newsletters e outros meios de comunicação, desde que a biografia do autor permaneça intacta e a fonte do artigo seja citada. Fonte do Artigo: www.greepet.vet.br</p>
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<p>Um forte abraço e até a próxima.</p>
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		<title>Atenção com os Gatos</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Mar 2012 02:17:58 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[ATENÇÃO COM OS GATOS! Por Dra. Martha Follain Gatos são animais curiosos, irrequietos, alguns são alérgicos. Cuidados são necessários para que não sofram acidentes: - quando estiver cozinhando ou com alguma boca do fogão acesa, mantenha o gato fora da cozinha. Gatos mais peludos podem facilmente “pegar fogo”, ao pularem sobre o fogão; - não [...]]]></description>
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<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" rel="attachment wp-att-1741" href="http://www.meusfilhotes.com.br/metamorfose/complexo-respiratorio-viral-felino-2/"></a><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" rel="attachment wp-att-1754" href="http://www.meusfilhotes.com.br/fisioterapia-veterinaria-hidro-esteira-para-caes/hidroesteira-para-caes/"></a><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" rel="attachment wp-att-1774" href="http://www.meusfilhotes.com.br/fitoterapia-em-animais-tratamento-com-plantas-em-caes/fitoterapia-em-caes/"></a><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" rel="attachment wp-att-1784" href="http://www.meusfilhotes.com.br/hora-do-passeio-como-passear-com-seu-cachorro/passear-com-cachorro/"></a><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" rel="attachment wp-att-1798" href="http://www.meusfilhotes.com.br/convivio-com-animais-de-estimacao-melhora-sistema-imunologico/sistema-imunologico/"></a><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" rel="attachment wp-att-1804" href="http://www.meusfilhotes.com.br/protetores-de-animais/protetores-de-animais/"></a></p>
<p><a rel="attachment wp-att-1860" href="http://www.meusfilhotes.com.br/atencao-com-os-gatos/funny-cats-a10/"><img class="alignleft size-medium wp-image-1860" title="funny-cats-a10" src="http://www.meusfilhotes.com.br/wp-content/uploads/2012/03/funny-cats-a10-300x252.jpg" alt="" width="300" height="252" /></a></p>
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<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11px; line-height: normal;"><br />
</span></p>
<table style="width: 100%;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="90%" height="16"><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; color: #000000; font-size: x-small;"><strong>ATENÇÃO COM OS GATOS!</strong></span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; color: #000000; font-size: xx-small;">Por Dra. Martha Follain</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="text-align: justify;">Gatos são animais curiosos, irrequietos, alguns são alérgicos.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Cuidados são necessários para que não sofram acidentes:<br />
- quando estiver cozinhando ou com alguma boca do fogão acesa, mantenha o gato fora da cozinha. Gatos mais peludos podem facilmente “pegar fogo”, ao pularem sobre o fogão;</p>
<p style="text-align: justify;">- não utilize produtos em spray (perfumes, desodorantes, inseticidas, etc.) perto do gato – podem causar alergias respiratórias no bichinho. O inseticida que pode ser usado é à base do ácido crisantêmico (olhar a embalagem) e mesmo assim, não aplicar perto do lugar onde ele costuma comer, onde ele costuma andar e deitar, e nunca diretamente sobre o animal;</p>
<p style="text-align: justify;">- cuidado com desinfetantes e ceras para assoalhos – podem intoxicar o bichinho. Use água sanitária diluída em água;</p>
<p style="text-align: justify;">- jamais medicar o gato sem consultar o veterinário: muitos remédios humanos são tóxicos para ele: por exemplo, mertiolate, aspirina, água boricada, alguns antiinflamatórios, paracetamol (tylenol), acetominofen (Tylenol): Apenas 1 comprimido já pode ser fatal para um gato adulto. Causa anemia hemolítica, formação de metahemoglobina (não transporta oxigênio), cianose, icterícia, edema de face, taquipnéia, necrose hepática.</p>
<p style="text-align: justify;">benzocaína (Andolba): anestésico local em forma de spray ou pomada. Estimula o SNC, causa tremores, convulsões e por último parada respiratória.</p>
<p style="text-align: justify;">hidrocarbonetos clorados (como lindane, clordane): presentes em alguns produtos de combate a pulgas e outros parasitas. A reação pode ser imediata ou levar dias para ocorrer. Começa com uma resposta exagerada aos estimulo, tremores, progressão para tremores cada vez mais fortes até um estado convulsivo, febre.</p>
<p style="text-align: justify;">hexaclorofeno (agente germicida, encontrado em xampus, desinfetantes e sabonetes, como o Phisiohex). É rapidamente absorvido através da pele e trato intestinal. Causa em gatos fadiga, fraqueza, membros posteriores ficam descoordenados, febre, ausência de urina, paralisia flácida completa.</p>
<p style="text-align: justify;">carbaril (carbamato &#8211; usado em remédios contra pulgas como Talco Bulldog) NUNCA, principalmente como coleira, que expõe o gato constantemente. Causa lesão no SNC (sistema nervoso central) e morte por parada respiratória.</p>
<p style="text-align: justify;">Outros produtos, anti-pulgas, carrapatos e sarna, proibidos para gatos:</p>
<p style="text-align: justify;">Sabão Bulldog; Sabão Bulldog Plus; Sabão Bulldog Sarnicida; Sabonete Antipulgas para cães Tratto; Sabonte Parasiticida Asuntol; Sabonete Banzé; Sparay Bulldog Antipulgas e Carrapatos; Spray Tratto; Talco Antipulgas Bolfo; Talco Banzé; Talco Bulldog Contra Pulgas; Talco Tratto.</p>
<p style="text-align: justify;">azul de metileno: usado em medicamentos para tratar infecções urinárias (deixa o xixi azul).</p>
<p style="text-align: justify;">aspirina (AAS, Melhoral): primeiro estimula e depois causa depressão respiratória, ulceração gástrica, diminuição da agregação plaquetária, hipoplasia da medula óssea;</p>
<p style="text-align: justify;">- enforcamento – coleiras para gato são diferentes das dos cães, pois possuem uma parte elástica. Mas, mesmo assim, ao sair, retire a coleira do gato – ele pode pular, ficar preso e se enforcar;</p>
<p style="text-align: justify;">- use protetores de tomadas, e evite que o bichano tome choques, que podem ser fatais;</p>
<p style="text-align: justify;">- deixe máquina de lavar e outros aparelhos fechados ou tampados;</p>
<p style="text-align: justify;">- gatos gostam de entrar em gavetas, armários, etc.. Se ficar trancado o animal pode sufocar-se.</p>
<p style="text-align: justify;">- cuidado também com geladeiras, freezers, e armários com produtos de limpeza;</p>
<p style="text-align: justify;">- apartamentos devem ter as janelas teladas: gatos facilmente se distraem com pássaros, borboletas e podem perder o equilíbrio e cair. Ou, muitas vezes adormecem e podem perder o equilíbrio e cair;</p>
<p style="text-align: justify;">- portas internas devem ter apoiadores, pois podem bater, com risco de esmagar a cauda e/ou patinhas;</p>
<p style="text-align: justify;">- cuidado com sacos plásticos – gatos “gostam” de mastigar e engolir pedaços do saco, o que pode ser fatal. Além do que podem se esconder dentro do saco, podendo sufocar;</p>
<p style="text-align: justify;">- mantenha linhas, barbantes, fios de lã e fio dental longe do alcance dos gatos. Se engolidos podem afetar o intestino e o bichano necessitar de uma cirurgia de emergência;</p>
<p style="text-align: justify;">- mantenha alfinetes e agulhas longe do alcance dos gatos – eles podem engolir e ser fatal.</p>
<p style="text-align: justify;">- não permita que seu gato fique no banheiro enquanto você toma banho – isso pode favorecer o aparecimento de fungos, pois ele ficará úmido com o vapor.</p>
<p style="text-align: justify;">Dra. Martha Follain<br />
Colunista do site GREEPET. Formada em Direito. Especialista em Florais de Bach para animais e humanos pelo Instituto Bach. Possui ainda formação em Aromaterapia, Florais de Minas, Fitoterapia Brasileira, Terapia Ortomolecular, Bioeletrografia, Cristaloterapia, Cromoterapia, Terapia de Integração Craniossacral, Psicoterapia Hoística, Neurolingüística, Master Practitioner, Hipnose, Regressão e Reiki. CRT: 21524</p>
<p>* este artigo pode ser publicado livremente em Revistas, Jornais, Newsletters e outros meios de comunicação, desde que a biografia do autor permaneça intacta e a fonte do artigo seja citada. Fonte do Artigo: www.greepet.vet.br</p>
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<p>Um forte abraço e até a próxima.</p>
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